PAISAGEM

ORAÇÃO DO DIVINO ESPÍRITO SANTO

OH! JESUS MEU ETERNO PAI DO CÉU, DOCE CORAÇÃO DE JESUS, SOIS O ME REFÚGIO, MEU GUIA, MINHA LUZ QUE ILUMINA TODO MEU CAMINHO, ME PROTEJA, ME AJUDE, ME DÊ ÂNIMO, CORAGEM E MUITA CONFIANÇA. FIQUE SEMPRE COMIGO. DAI-ME UMA PAZ QUE BROTA DO MEU CORAÇÃO. DAI-ME A GRAÇA DE CONSEGUIR FAZER ALGO PARA VOS AGRADAR. DAI-ME FORÇA, A DECISÃO E CORAGEM. ENVIE TEU ESPÍRITO SANTO E TUDO SERÁ CRIADO. NÃO DEIXE TARDAR EM VOS AGRADECER. ILUMINE MINHA MENTE QUE DEVO FAZER. AJUDE QUE EU NÃO ME ESQUEÇA DE VOS AGRADECER. JESUS FIQUE SEMPRE COMIGO. DOCE CORAÇÃO DE MARIA, RAINHA DO CÉU E DA TERRA. SEJA NOSSA SALVAÇÃO. AMÉM

Observação: Esta oração foi escrita por minha mãe em seus últimos dias de vida /1993. Saudades!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Informações essenciais em Língua Portuguesa

Gêneros discursivos: “Os gêneros discursivos são unidades de sentido com propósitos comunicativos, pois manifestam diferentes intenções do autor: informar, convencer, seduzir, entreter,... e priorizam a comunicação e o intercâmbio sócio-cultural, que advém de processos cognitivos e conhecimentos acumulados ao longo de sua história."
• Os gêneros discursivos são advindos das diversas esferas sociais do conhecimento que fornecerá subsídios como um objeto de estudo. Essa esfera de comunicação possibilita organização da progressão curricular por gêneros textuais, tais como: 

ALGUMAS ESFERAS DAS PRÁTICAS DE LINGUAGEM

ESCOLAR, RELIGIOSA, PUBLICITÁRIA, JORNALÍSTICA, CIENTÍFICA, COTIDIANA, CRIAÇÃO LITERÁRIA, ETC.

Segundo Bakthin:
  • o conteúdo temático é o sentido, o assunto, que determinado gênero aborda;

  •  a construção composicional é a maneira de se estruturar o texto, diz respeito à forma;

  •  o estilo diz respeito a particularidade de cada texto.

Definições importantes:

Forma Composicional
Forma(s) de organização/ estruturação global dos textos pertencentes àquele gênero;
Partes típicas dos textos pertencentes àquele gênero e suas relações/formas de conexão (multimodalidade).

Estilo
Seleção dos recursos da língua: Lexicais, fraseológicos, gramaticais, discursivos, etc.

Tema é... (Bakhtin/Volochinov, 1929) “O «tema» é um sistema de signos dinâmicos e complexo. A «significação» é um aparelho técnico de realização do tema”
(Bakhtin/Volochínov, 1929: 143).

Os discursos prescritivos oficiais para a adoção das práticas discursivas como objeto de ensino e aprendizagem: 1997 a 2009...
PCNs
Diretrizes Curriculares do Paraná (DCE)
Matrizes Curriculares para a Prova Brasil e SAEB
Descritores para a Prova Brasil
Vestibulares
ENEM
Olimpíada Nacional de LP (MEC)
Olimpíada Nacional de Língua Portuguesa: CENPEC / MEC
Formação de professores nos anos ímpares;
Implementação de sequências didáticas (DOLZ) nos anos pares;
SD com os seguintes gêneros textuais para 2010:
Poema
Crônica
Memória literária
Artigo de opinião 


Onde a noção de gênero discursivo está implícita?
Informações essenciais para ser um leitor competente

  • Entender um texto é encontrar as pistas enunciativas, ou seja, nas entrelinhas.
  • Há uma diferença entre a chamada “leitura crítica”, a interpretação de um texto escrito em relação às suas condições de produção, e a “leitura passiva”, a simples decodificação de sinais e informações superficiais de um texto. Esta última prática foi, por muito tempo, aceita como o único modo de leitura textual.
  • A leitura crítica pressupõe a presença de um leitor crítico. Ou seja, uma pessoa não apenas capaz de “agir”, mas principalmente de “interagir” com a sociedade em que vive; um indivíduo ciente de seus direitos e deveres e, por isso mesmo, em condições de transformar o seu meio social.

Passos da leitura de base Semiótica 


Orientações basilar para análise de um objeto de estudo

A - FAZER-SABER: E a superficialidade do texto (intentio autoris).
1ª etapa – Exploração das informações presentes na superfície discursiva de um texto escolhido para objeto de estudos, como: fatos narrados, ideias, opiniões, impressões, sentimentos, comentários etc. Trata-se, portanto, da decodificação das informações explícitas do texto. 

B - FAZER- CRER: O que o texto está dizendo? (Intentio operis)  
2ª etapaO plano de expressão, de quaisquer gênero discursivo (por exemplo, uma novela em episódios) deve-se ter como base o desvelamento das significações no plano de conteúdo, que são as pistas enunciativas. 
  • Essas análises perpassam pelo percurso gerativo de sentidos dos enunciados de modo a explicitar as informações implícitas dos textos e, por extensão, a motivação ideológica do texto.
  • Questões discursivas de acordo com a competência leitora do educando de acordo com os níveis de compreensão, análise e interpretação.  
C. FAZER- FAZER: - Ideologia do leitor (Intentio lectoris) - É quando convido o aluno a expressar sobre o texto. 
  • 3ª etapaNessa última etapa importará a opinião do leitor sobre o texto e a sua (re) contextualização aos temas abordados. Tais temas devem ser selecionados de forma a explorar a imanência das ideias valorativas do discurso analisado.
  • A contextualização dos valores deve ser trabalhada com o uso de intertextos e TICs. Elas contribuirão para aguçar e despertar o senso crítico e reflexivo do alunado e para transposição desses conhecimentos a sua vida em sociedade.  
Obs.: Sugestões de leitura dentro da teoria semiótica de J. L. Greimas ( linha francesa).


REFERÊNCIAS

BARROS, D.L.P. Teoria do discurso. 3.ed.São Paulo:Humanitas/FFLCH/USP,2002.


______. Teoria semiótica do texto. 4. ed. São Paulo: Ática, 2003.


FIORIN, José Luiz e SAVIOLI, Francisco Platão. Lições de texto: leitura e redação. 5.ed. São Paulo: Ática,. 2006.


______. Para entender o texto – Leitura e Redação. São Paulo: Ática, 1999.

PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes Curriculares de Língua Portuguesa para a Educação Básica. Curitiba, 2008.


Fonte: a autora.

domingo, 12 de dezembro de 2010

O nome do Papai Noel em outros países

- Alemanha: (Weihnachtsmann, O "Homem do Natal")
- Argentina, Espanha, Colômbia, Paraguai e Uruguai: (Papá Noel)
- Chile: (Viejito Pascuero)
- Dinamarca: (Julemanden)
- França: (Père Noël)
- Itália: (Babbo Natale)
- México: (Santa Claus)
- Holanda: (Kerstman, "Homem do Natal)
- Portugal: (Pai Natal)
- Inglaterra: (Father Christmas)
- Suécia: (Jultomte)
- Estados Unidos: (Santa Claus)
- Rússia (Ded Moroz).

Você sabia disso?

Por que o galo canta ao amanhecer?

Quando nasce o dia, ele canta bem alto para avisar ao galinheiro que continua vivo e no comando.
O canto tem a função de assustar eventuais desafiantes e foi à forma que ele encontrou para controlar seu território.
O galinheiro tem somente um galo porque se tivesse dois, apenas um sobreviveria à luta pela liderança.

O que foi o “bloody sunday”?

Expressão "bloody sunday" vem do inglês e quer dizer domingo sangrento.
No dia 30 de janeiro de 1972, católicos da Irlanda do Norte foram às ruas pacificamente. Eles protestavam contra as leis discriminatórias impostas pela maioria protestante. As tropas britânicas atiraram contra os manifestantes, matando 13 pessoas.
Outro católico morreu dias depois em virtude dos ferimentos. Até hoje a minoria católica da Irlanda do Norte briga pela anexação do território à Irlanda, de maioria católica.
Já os protestantes querem que o país continue sendo subordinado ao Reino Unido, de maioria protestante.
O “domingo sangrento” desencadeou uma escalada de violência e atos terroristas.
Fonte: http://www.minutodesabedoria.com.br/pages/curiosidades.asp?id_curiosidade=8 e acesso em 16 maio 2010.
 
Curiosidades: NOMES/ELEMENTOS
  • Albert Einstein /Teoria da Relatividade
  • Sigmund Freud /Psicanálise
  • Rutherford e Bohr /Estudo da constituição do átomo
  • Pavlov/Teoria dos reflexos condicionados
  • Max Planck/Teoria Quântica
  • Marc Bloch e Lucien Febvre /Renovação da História
  • Alexander Fleming /Descoberta da penicilina

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Para sempre

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.

Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
Carlos Drummond de Andrade © Graña Drummond
Fonte: http://www.memoriaviva.com.br/drummond/poema039.htm

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Acredite: Deus só dá asas para quem quer voar. Tudo depende de você e não do outro.(Geisa)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Canção do exílio, de Gonçalves Dias

Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar –sozinho, à noite–
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que disfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

De Primeiros cantos (1847)
“Vamos brincar de imaginar um mundo diferente/
As pessoas deixam de ser coisas e passam a ser gente!”
(Roberto Freire)

sábado, 13 de novembro de 2010

Crônica: A VELHA CONTRABANDISTA

Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal perguntou assim para ela:
- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu como os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que adquirira no odontólogo, e respondeu:
- É areia!!!
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai !! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um me seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
- Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tia da cabeça que a senhora é contrabandista.
- Mas no saco só tem areia ! – insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias ?
- O senhor promete que não “espáia”? – quis saber a velhinha.
- Juro – respondeu o fiscal.
- É a lambreta!
Stanislaw Ponte Preta, in Para gostar de ler, editora Ática.

A canção dos tamanquinhos

Troc... troc... troc... troc...
ligeirinhos, ligeirinhos,
Troc... troc... troc... troc...
vão cantando os tamanquinhos...
Madrugada. Troc... troc
pelas portas dos vizinhos
vão batendo, troc... troc...
vão cantando os tamanquinhos...
Chove. Troc... troc... troc...
no silêncio dos caminhos
alagados, troc... troc...
vão cantando os tamanquinhos...
E até mesmo, troc... troc...
os que têm sedas e arminhos,
sonham, troc... troc... troc...
com seu par de tamanquinhos
Cecília Meireles

Breve biografia:
Cecília Meireles (1901-1964) nasceu e morreu no RJ. Criada pela avó (os pais morreram quando ela era apenas um bebê), sempre foi uma aluna brilhante. Cecília iniciou parnasiana, fez duas obras mais simbolistas e depois ligou-se ao Modernismo, mas nunca realmente pertenceu totalmente a uma escola. Escreveu uma obra extremamente intimista e foi reconhecida largamente: foi a primeira mulher a ganhar um prêmio da ABL, ensinou na UERJ e na universidade do Texas. Além de poetisa, Cecília também foi teatróloga e tradutora.

sábado, 6 de novembro de 2010

Amor é fogo que arde sem se ver


Texto I
Monte Castelo, Legião Urbana
Composição: Renato Russo (recortes do Apóstolo Paulo e de Camões).
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor eu nada seria.
É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade.
O amor é bom, não quer o mal,
Não sente inveja ou se envaidece.
O amor é o fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria.
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É um não contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder.
É um estar-se preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É um ter com quem nos mata a lealdade.
Tão contrário a si é o mesmo amor.
Estou acordado e todos dormem.
Todos dormem. Todos dormem.
Agora vejo em parte,
Mas então veremos face a face.
É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade.
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor eu nada seria.

fonte: http://letras.terra.com.br/legiao-urbana/22490/




Texto III
Amor é fogo que arde sem se ver


Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;


É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;


É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.


Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?


Luís Vaz de Camões

domingo, 17 de outubro de 2010

Seria fácil, de Sueli Fajardo

Seria fácil
compor no pranto
um poema rançoso
de autopiedade.

Entretanto,
lá fora,
as nuvens,
poucas que existem
num céu de quase noite,
brincam de fazer formas.

De repente me vejo aqui...

Eu me encontro aqui
entre um suspiro de crepúsculo
e o brilho eterno das estrelas.

Trem de ferro, de Manuel Bandeira

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=D-oxanwwif8

Café com pão
Café com pão
Café com pão

Virge Maria que foi isso maquinista?

Agora sim
Café com pão
Agora sim
Voa, fumaça
Corre, cerca
Ai seu foguista
Bota fogo
Na fornalha
Que eu preciso
Muita força
Muita força
Muita força
(trem de ferro, trem de ferro)

Oô...
Foge, bicho
Foge, povo
Passa ponte
Passa poste
Passa pasto
Passa boi
Passa boiada
Passa galho
Da ingazeira
Debruçada
No riacho
Que vontade
De cantar!

Oô...
(café com pão é muito bom)

Quando me prendero
No canaviá
Cada pé de cana
Era um oficiá
Oô...
Menina bonita
Do vestido verde
Me dá tua boca
Pra matar minha sede
Oô...
Vou mimbora vou mimbora
Não gosto daqui
Nasci no sertão
Sou de Ouricuri
Oô...

Vou depressa
Vou correndo
Vou na toda
Que só levo
Pouca gente
Pouca gente
Pouca gente...
(trem de ferro, trem de ferro)

(Manuel Bandeira in "Estrela da Manhã" 1936)

O Pardalzinho, Manuel Bandeira

O pardalzinho nasceu
Livre. Quebraram-lhe a asa.
Sacha lhe deu uma casa,
Água, comida e carinhos.
Foram cuidados em vão:
A casa era uma prisão,
O pardalzinho morreu.
O corpo Sacha enterrou
No jardim; a alma, essa voou
Para o céu dos passarinhos!

(Petrópolis, 10-3-1943)

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Dinâmicas: Como eu sou?

1ª Dinâmica:

Objetivos:
Tornar os membros do grupo conhecidos rapidamente, num ambiente relativamente pouco inibidor.
 
Como Fazer:
1- Cada um recebe uma folha com o título: "Quem sou eu?"
2- Durante 10 minutos cada um escreve cinco itens em relação a si mesmo, que facilitem o conhecimento.
3- A folha escrita será fixada na blusa dos participantes.
4- Os componentes do grupo circulam livremente e em silêncio pela sala, ao som de uma música suave, enquanto lêem a respeito do outro e deixa que os outros leiam o que escreveu a respeito de si.
5-Logo após reunir 2 a 3 colegas, com os quais gostariam de conversar para se conhecerem melhor. Nesse momento é possível lançar perguntas que ordinariamente não fariam.
 
Avaliação:
1- Para que serviu o exercício?
2- Como nos sentimos? 
 Fonte: http://www.paroquiadaressurreicao.com.br/dinamicas/din2.html
 2ª Dinâmica:                                                                                                                                         
  
1. Eu sou mais doce ou salgado?
 2. Eu sou mais de correr ou de sentar?
3. Eu sou mais de ouvir ou de falar?
4. Eu sou mais do silêncio ou do barulho?
5. Eu sou mais de rir ou chorar?
6. Eu sou mais de brincar ou de brigar?
7. Eu sou mais de cantar ou gritar?
8. Eu sou mais do sol ou de chuva?
9. Eu sou mais do amarelo ou do azul?
10. Eu sou mais do dia ou da noite?
11. Eu sou mais do abraçar ou de beliscar/
12. Eu sou mais do gato ou de cachorro?

Conheça suas características de acordo com sua escolha:
Você escolheu: DOCE ou SALGADO?

1. Doce - Suave, meigo, delicioso. Salgado - Malicioso, voraz, arrogante.
2. Correr - Ágil, esperto, dinâmico, competitivo, lutador. Sentar - Pacato, tranquilo, paciente.
3. Ouvir - Receptivo, disponível, tímido, prudente, omisso. Falar - Decidido, Extrovertido, dominante.
4. Silêncio - Calmo, complacente, sonhador, introvertido. Barulho - Agitado, ativo, extrovertido.
5. Rir - Alegre, brincalhão, bem-humorado, expansivo. Chorar - Sensível, sentimental, triste.
6. Brincar - Descontraído, divertido, espirituoso, passivo, controlador. Brigar - Agressivo, determinado, hostil, provocador, impulsivo.
7. Cantar - Animado, entusiasmado, satisfeito. Gritar - Autoritário, imponente, afobado.
[...]
Fonte: VOLPATO, Margarida. Curso de Capacitação/Dinâmicas/ CESNORTE/julho/1998.
Obs.: Postagem incompleta por motivos alheios a minha vontade.  Profa. Geisa


O jogo da bicharada

Objetivo: Cultivar boa convivência no grupo, na amizade e a verdade. Além de perceber as razões da falta de fraternidade e dos conflitos que surgem no grupo jovem ou no grupo de trabalho.

MÚSICA: da preferência do grupo.

MENSAGEM: não há.

Descrição:
  1. Todos recebem a lista dos bichos e num momento pessoas, em silêncio, leem a lista e escolhem três bichos que mais se assemelham a ele.
  2. Agora dos três bichos escolhidos, ficar com apenas um com o qual se identifica.
  3. Grupos por bichos escolhidos - grupos dos gatos, grupo dos macacos, etc. E durante 15 minutos partilhar o porquê escolheu tal bicho e como se manifestam as características no dia-a-dia da própria vida.
  4.  Em plenário, os grupos apresentam o seu bicho de forma criativa, com encenação, dramatização, colocando as características do bicho escolhido.

AVALIAÇÃO:
  1. O que chamou a atenção, o que faltou? Quais são os bichos não apareceram?
  2. Qual o significado para o nosso grupo?
  3. Como você se sentiu?
  4. Como se sentiu em relação ao grupo?

ANEXO:
OS BICHOS 
Leão: Rei da reunião. Quando urra, todos participam. Os ratinhos tremem à sua frente. Não é agressivo. Está certo de sua superioridade. Boceja despreocupadamente, pacientemente, com as peraltices dos outros.
Hiena: Não tem opinião própria. Aprova sempre o leão. Sempre recorda o que o leão disse.
Tigre: É um leão ressentido por não ser reconhecido como rei pelo grupo. Fica de mau humor, às vezes mais competente que o leão. É agressivo, irônico, irrita o grupo que o coloca na jaula, e não toma conhecimento de sua presença.
Raposa: Surpreende sempre o grupo; desvia o assunto; sofista, força o assunto. Jamais caminha em direção ao objetivo.
Pavão: Mostra sempre a sua cultura. Não se interessa pelo objetivo e pelo grupo. Não perde ocasião de mostrar seus conhecimentos. Preocupa-se sempre consigo mesmo.
Cobra: Envenena as relações. Sempre de bote armado. Ai de quem comete uma asneira. Provoca brigas e fica de fora.
Papagaio: Fala por todos os poros; comenta tudo. Fala alto, grita. Ninguém lhe dá importância, nem ele próprio. Sempre por fora do assunto
Coruja: Não fala, presta muita atenção. Pisca quando não entende. Assusta-se quando alguém a interpela. Pede desculpa quando intervém.
Carcará: Não gosta de discussão. Irrita-se quando o grupo não progride. Quer decisões rápidas.  Impaciente, levanta, mas volta.
Girafa: Pelo modo de sentar-se e rir, acha o grupo indigno de sua participação. Seu silêncio não permite saber-se se ela está por cima mesmo.
Macaco: Anedoteiro, espirituoso, bagunceiro, inteligente e superficial. Sempre faz rir; ninguém o leva a sério. Anima, mas termina irritado. No fim está amuado e sem graça.
Gaivota: Voa pelo alto - abaixa. mas sobe logo. Vive solitária.
Cão: Inteligente, fareja tudo, mas ladra demais.  Faz muito barulho por pouco. Sempre vigilante para defender suas idéias.
Boi: Obstinado, lento. Não acompanha o grupo. Devagar e sempre.
Elefante: Sem sutileza. Leva tudo a peito. Não é feito para viver em grupo. Quer ação. Quando intervém é para acabar a reunião.
Gato: Mia para chamar a atenção. Solicitado, se enrosca e não quer falar. Dengoso, prefere agir depois da reunião.
Coelho: Simpático, ágil, pulador. Não tem planos. Não é conseqüente. Encolhe-se quando os maiores aparecem.
Esquilo - Acanhado, fugido, embaraçado. Dificilmente participa.  Quebra sozinho suas nozes. Se insistir muito, não volta.
Pombo: Fica arrulhando com o companheiro do lado. Só vive de par. Se o interpelam, voa e volta ao companheiro.
Araponga: Sempre igual e vibrante. Tem idéia fixa. Só tem uma ideia. É incapaz de seguir uma reunião.
Pica-Pau: Pega uma ideia e pulveriza-a. Não tem objetivos. Só sabe picar ideias. Na discussão fica picando o que ficou para trás.
Aranha: É mestra em teia, onde se envolvem mosquitos e besouros. Na discussão amarra um fio no outro. Não prepara plano, prepara armadilha.
Ouriço: Fica espinhento por tudo. Para ele, no grupo, não há ideias; tudo são intenções.
Antílope: É arisco. Sempre farejando o ar para ver se não o querem pegar de surpresa. Está sempre de sobreaviso. Não acredita em ninguém.
Hipopótamo: Fica mergulhado no assunto. Não sai das discussões. Sempre mergulhado.
Ratinho: Nunca aparece, mas caminha entre todos. Rói as idéias. Passa pela platéia às carreiras.
Zebra: Em cada fase da discussão apresenta ponto de vista diferente. Não sabe somar as ideias. É preto ou Branco.
Camaleão: Está de acordo com todos. Vai para onde o leva o vento.
Foca: Muito curiosa e imaginosa. Interessa-se por tudo e mexe em tudo. Adora brincar.
Quati: Fuçador. Intromete o nariz nas coisas com o objeto de beneficiar-se. Uma vez satisfeito, perde o interesse.
Fonte: http://juventudeilha.vilabol.uol.com.br/dinamicas/o/ojogobicharada.htm

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Ser feliz

A felicidade é aceitar seu próprio destino. Nunca ser um "coitadinho", e acima de tudo, ser um cidadão perseverante com metas e objetivos bem definidos. Geisa

domingo, 11 de julho de 2010