Este blog tem por finalidade incentivar a formação de leitores competentes, e ainda, fomentar subsídios e informações aos colegas, alunos/as, familiares e visitantes em geral. Agradeço sua visita! Geisa “O espelho e os sonhos são coisas semelhantes, é como a imagem do homem diante de si próprio.” (José Saramago)
ORAÇÃO DO DIVINO ESPÍRITO SANTO
OH! JESUS MEU ETERNO PAI DO CÉU, DOCE CORAÇÃO DE JESUS, SOIS O ME REFÚGIO, MEU GUIA, MINHA LUZ QUE ILUMINA TODO MEU CAMINHO, ME PROTEJA, ME AJUDE, ME DÊ ÂNIMO, CORAGEM E MUITA CONFIANÇA. FIQUE SEMPRE COMIGO. DAI-ME UMA PAZ QUE BROTA DO MEU CORAÇÃO. DAI-ME A GRAÇA DE CONSEGUIR FAZER ALGO PARA VOS AGRADAR. DAI-ME FORÇA, A DECISÃO E CORAGEM. ENVIE TEU ESPÍRITO SANTO E TUDO SERÁ CRIADO. NÃO DEIXE TARDAR EM VOS AGRADECER. ILUMINE MINHA MENTE QUE DEVO FAZER. AJUDE QUE EU NÃO ME ESQUEÇA DE VOS AGRADECER. JESUS FIQUE SEMPRE COMIGO. DOCE CORAÇÃO DE MARIA, RAINHA DO CÉU E DA TERRA. SEJA NOSSA SALVAÇÃO. AMÉM
Observação: Esta oração foi escrita por minha mãe em seus últimos dias de vida /1993. Saudades!
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Descrição do Rio Ivaí
O homem nu, de Fernando Sabino
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
FELIZ NATAL !
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Informações essenciais em Língua Portuguesa
- o conteúdo temático é o sentido, o assunto, que determinado gênero aborda;
- a construção composicional é a maneira de se estruturar o texto, diz respeito à forma;
- o estilo diz respeito a particularidade de cada texto.
- Entender um texto é encontrar as pistas enunciativas, ou seja, nas entrelinhas.
- Há uma diferença entre a chamada “leitura crítica”, a interpretação de um texto escrito em relação às suas condições de produção, e a “leitura passiva”, a simples decodificação de sinais e informações superficiais de um texto. Esta última prática foi, por muito tempo, aceita como o único modo de leitura textual.
- A leitura crítica pressupõe a presença de um leitor crítico. Ou seja, uma pessoa não apenas capaz de “agir”, mas principalmente de “interagir” com a sociedade em que vive; um indivíduo ciente de seus direitos e deveres e, por isso mesmo, em condições de transformar o seu meio social.
Orientações basilar para análise de um objeto de estudo
B - FAZER- CRER: O que o texto está dizendo? (Intentio operis)
2ª etapa – O plano de expressão, de quaisquer gênero discursivo (por exemplo, uma novela em episódios) deve-se ter como base o desvelamento das significações no plano de conteúdo, que são as pistas enunciativas.
- Essas análises perpassam pelo percurso gerativo de sentidos dos enunciados de modo a explicitar as informações implícitas dos textos e, por extensão, a motivação ideológica do texto.
- Questões discursivas de acordo com a competência leitora do educando de acordo com os níveis de compreensão, análise e interpretação.
- 3ª etapa – Nessa última etapa importará a opinião do leitor sobre o texto e a sua (re) contextualização aos temas abordados. Tais temas devem ser selecionados de forma a explorar a imanência das ideias valorativas do discurso analisado.
- A contextualização dos valores deve ser trabalhada com o uso de intertextos e TICs. Elas contribuirão para aguçar e despertar o senso crítico e reflexivo do alunado e para transposição desses conhecimentos a sua vida em sociedade.
domingo, 12 de dezembro de 2010
O nome do Papai Noel em outros países
- Argentina, Espanha, Colômbia, Paraguai e Uruguai: (Papá Noel)
- Chile: (Viejito Pascuero)
- Dinamarca: (Julemanden)
- França: (Père Noël)
- Itália: (Babbo Natale)
- México: (Santa Claus)
- Holanda: (Kerstman, "Homem do Natal)
- Portugal: (Pai Natal)
- Inglaterra: (Father Christmas)
- Suécia: (Jultomte)
- Estados Unidos: (Santa Claus)
- Rússia (Ded Moroz).
Você sabia disso?
- Albert Einstein /Teoria da Relatividade
- Sigmund Freud /Psicanálise
- Rutherford e Bohr /Estudo da constituição do átomo
- Pavlov/Teoria dos reflexos condicionados
- Max Planck/Teoria Quântica
- Marc Bloch e Lucien Febvre /Renovação da História
- Alexander Fleming /Descoberta da penicilina
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Para sempre
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
Carlos Drummond de Andrade © Graña Drummond
Fonte: http://www.memoriaviva.com.br/drummond/poema039.htm
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Canção do exílio, de Gonçalves Dias
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar –sozinho, à noite–
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que disfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
De Primeiros cantos (1847)
sábado, 13 de novembro de 2010
Crônica: A VELHA CONTRABANDISTA
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal perguntou assim para ela:
- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu como os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que adquirira no odontólogo, e respondeu:
- É areia!!!
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai !! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um me seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
- Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tia da cabeça que a senhora é contrabandista.
- Mas no saco só tem areia ! – insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias ?
- O senhor promete que não “espáia”? – quis saber a velhinha.
- Juro – respondeu o fiscal.
- É a lambreta!
Stanislaw Ponte Preta, in Para gostar de ler, editora Ática.
A canção dos tamanquinhos
ligeirinhos, ligeirinhos,
Troc... troc... troc... troc...
vão cantando os tamanquinhos...
Madrugada. Troc... troc
pelas portas dos vizinhos
vão batendo, troc... troc...
vão cantando os tamanquinhos...
Chove. Troc... troc... troc...
no silêncio dos caminhos
alagados, troc... troc...
vão cantando os tamanquinhos...
E até mesmo, troc... troc...
os que têm sedas e arminhos,
sonham, troc... troc... troc...
com seu par de tamanquinhos
Cecília Meireles
Breve biografia:
sábado, 6 de novembro de 2010
Amor é fogo que arde sem se ver
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor eu nada seria.
Que conhece o que é verdade.
O amor é bom, não quer o mal,
Não sente inveja ou se envaidece.
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria.
É solitário andar por entre a gente;
É um não contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder.
É servir a quem vence, o vencedor;
É um ter com quem nos mata a lealdade.
Tão contrário a si é o mesmo amor.
Todos dormem. Todos dormem.
Agora vejo em parte,
Mas então veremos face a face.
Que conhece o que é verdade.
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor eu nada seria.
fonte: http://letras.terra.com.br/legiao-urbana/22490/
Texto IIII
Amor é fogo que arde sem se ver
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís Vaz de Camões