PAISAGEM

ORAÇÃO DO DIVINO ESPÍRITO SANTO

OH! JESUS MEU ETERNO PAI DO CÉU, DOCE CORAÇÃO DE JESUS, SOIS O ME REFÚGIO, MEU GUIA, MINHA LUZ QUE ILUMINA TODO MEU CAMINHO, ME PROTEJA, ME AJUDE, ME DÊ ÂNIMO, CORAGEM E MUITA CONFIANÇA. FIQUE SEMPRE COMIGO. DAI-ME UMA PAZ QUE BROTA DO MEU CORAÇÃO. DAI-ME A GRAÇA DE CONSEGUIR FAZER ALGO PARA VOS AGRADAR. DAI-ME FORÇA, A DECISÃO E CORAGEM. ENVIE TEU ESPÍRITO SANTO E TUDO SERÁ CRIADO. NÃO DEIXE TARDAR EM VOS AGRADECER. ILUMINE MINHA MENTE QUE DEVO FAZER. AJUDE QUE EU NÃO ME ESQUEÇA DE VOS AGRADECER. JESUS FIQUE SEMPRE COMIGO. DOCE CORAÇÃO DE MARIA, RAINHA DO CÉU E DA TERRA. SEJA NOSSA SALVAÇÃO. AMÉM

Observação: Esta oração foi escrita por minha mãe em seus últimos dias de vida /1993. Saudades!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Como diagnosticar a escrita na língua padrão


O diagnóstico pode ser feito ao analisarmos os textos trabalhados de acordo com uma lista de problemas e dificuldades previamente estabelecida. Poe exemplo, escolha uma fábula e nela considere tanto padrões de escrita como características do gênero escolhido. Leia a seguir: 

 Padrões de escrita 
- Apresenta muitas dificuldades para representar sílabas cuja estrutura seja diferente de consoante-vogal.
- Apresenta erros por interferência da fala na escrita em fim de palavras. 
- Apresenta erros por interferência da fala na escrita no radical. 
- Troca letras ("c"/"ç", "c"/"qu", "r"/ "rr", "s"/"ss", "g"/"gu", "m"/"n") por desconhecer as regularidades contextuais do sistema ortográfico. 
- Troca letras ("c"/"ç"/"s"/"ss"/"x", "s"/"z", "x"/"ch", "g"/"j") por desconhecer as múltiplas representações do mesmo som. 
- Realiza trocas de consoantes surdas (produzidas sem vibração das cordas vocais, como "p" e "t") e sonoras (com vibração das cordas, como "b" e "d"). 
- Revela problemas na representação da nasalização ("ã"/"an"). 
- Não domina as regras básicas de concordância nominal e verbal da língua. 
- Não segmenta o texto em frases usando letras maiúsculas e ponto (final, interrogação, exclamação).
- Não emprega a vírgula em frases. 
- Não segmenta o texto em parágrafos. 
- Não dispõe o texto (margens, parágrafos, títulos, cabeçalhos) de acordo com as convenções.
Características do gênero 
- Modifica o conflito principal da história.
- Não evidencia a relação entre os personagens.
- Não constrói o clímax.
- Transforma o desfecho da história. 
- Não constrói o texto de modo a retomar ideias anteriores para dar unidade de sentido (coesão referencial).
- Não usa marcadores temporais.
Obs.:
Para enfrentar as dificuldades individuais, uma opção é trabalhar com agrupamentos que reúnam alunos com diferentes níveis de conhecimento para que eles possam interagir e avançar juntos. 

Adaptação da fonte: Consultoria: Cláudio Bazzoni
Assessor de Língua Portuguesa da prefeitura de São Paulo e selecionador do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10, com base no documento Aprender os Padrões da Linguagem Escrita de Modo Reflexivo, da prefeitura de São Paulo

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Funções da linguagem

            Funções da linguagem: todo texto tem uma função, um objetivo. Portanto, quando se usa a linguagem, ela exerce uma função.
Vejamos a seguir, as seis funções da linguagem ditas por Jakobson e que foram apresentadas por Vanoye (1998) da seguinte forma:
a) função referencial, também chamada de denotativa, está centrada no referente. Tudo o que, na mensagem, remete aos referentes situacionais ou textuais concerne à função referencial;
b) função emotiva ou expressiva, centrada no destinador (ou emissor) da mensagem, exprime a atitude do emissor em relação ao conteúdo de sua mensagem e da situação;
c) função conativa, que se orienta para o destinatário. Tudo o que, na mensagem, remete diretamente ao destinatário dessa mensagem concerne à função conativa, cujas manifestações mais evidentes são os imperativos e os vocativos;
d) função fática, centrada no contato (físico ou psicológico); tudo o que numa mensagem, serve para estabelecer, manter ou cortar o contato (portanto a comunicação) concerne a essa função, que manifesta, essencialmente, a necessidade e o desejo de comunicar;
e) função poética, que se centra na própria mensagem. Ela coloca o lado palpável dos signos. Tudo o que, numa mensagem, suplementa o sentido da mensagem através do jogo de sua estrutura, de sua tonalidade, de seu ritmo, de sua sonoridade, concerne à função poética; 
f) função metalinguística, centrada no código. Tudo o que, numa mensagem, serve para dar explicação ou precisar o código utilizado pelo destinador concerne a essa função. É uma linguagem que fala da própria linguagem. 
Observações: No ato de comunicação podem ocorrer várias funções, uma vez que, atualizando concretamente possibilidades de uso do código, elas se entrecruzam.

Declaração dos Direitos da Criança

O Brasil foi o primeiro país da América Latina a adequar a legislação aos princípios da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, que aconteceu em novembro de 1989 e foi ratificada pelo país em setembro de 1990. 
Antes disso, em julho do mesmo ano, nasceu o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), instaurado pela lei 8.069.
O estatuto reforçou alguns preceitos já determinados pela Constituição de 1988, como a proteção integral de crianças e adolescentes e a prioridade na formulação de políticas públicas, na destinação de recursos da União e no atendimento de serviços públicos. A lei considera crianças os que têm até doze anos de idade e adolescentes aqueles que têm entre 12 e 18 anos.(grifo meu) 
Fonte: http://youtu.be/UmYrApzqUIE
1º Princípio – Todas as crianças são credoras destes direitos, sem distinção de raça, cor, sexo, língua, religião, condição social ou nacionalidade, quer sua ou de sua família.

2º Princípio – A criança tem o direito de ser compreendida e protegida, e devem ter oportunidades para seu desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, de forma sadia e normal e em condições de liberdade e dignidade. As leis devem levar em conta os melhores interesses da criança.

3º Princípio – Toda criança tem direito a um nome e a uma nacionalidade.

4º Princípio – A criança tem direito a crescer e criar-se com saúde, alimentação, habitação, recreação e assistência médica adequadas, e à mãe devem ser proporcionados cuidados e proteção especiais, incluindo cuidados médicos antes e depois do parto.

5º Princípio - A criança incapacitada física ou mentalmente tem direito à educação e cuidados especiais.

6º Princípio – A criança tem direito ao amor e à compreensão, e deve crescer, sempre que possível, sob a proteção dos pais, num ambiente de afeto e de segurança moral e material para desenvolver a sua personalidade. A sociedade e as autoridades públicas devem propiciar cuidados especiais às crianças sem família e àquelas que carecem de meios adequados de subsistência. É desejável a prestação de ajuda oficial e de outra natureza em prol da manutenção dos filhos de famílias numerosas.

7º Princípio – A criança tem direito à educação, para desenvolver as suas aptidões, sua capacidade para emitir juízo, seus sentimentos, e seu senso de responsabilidade moral e social. Os melhores interesses da criança serão a diretriz a nortear os responsáveis pela sua educação e orientação; esta responsabilidade cabe, em primeiro lugar, aos pais. A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se, visando os propósitos mesmos da sua educação; a sociedade e as autoridades públicas empenhar-se-ão em promover o gozo deste direito.

8º Princípio - A criança, em quaisquer circunstâncias, deve estar entre os primeiros a receber proteção e socorro.

9º Princípio – A criança gozará proteção contra quaisquer formas de negligência, abandono, crueldade e exploração. Não deve trabalhar quando isto atrapalhar a sua educação, o seu desenvolvimento e a sua saúde mental ou moral.

10 º Princípio – A criança deve ser criada num ambiente de compreensão, de tolerância, de amizade entre os povos, de paz e de fraternidade universal e em plena consciência que seu esforço e aptidão devem ser postos a serviço de seus semelhantes.
Fonte: http://criancagenial.blogspot.com/2010/09/declaracao-dos-direitos-da-crianca.html


O ECA estabelece que é dever do Estado, da família e da sociedade garantir o direito de crianças e adolescentes à liberdade, à dignidade, à convivência familiar e comunitária, à saúde, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, à profissionalização e à proteção do trabalho.
E ainda, prevê a proteção contra qualquer forma de exploração, discriminação, violência e opressão. 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiG3QY39HGmBQN8yy8liXXPfz11XYRorGH1TmGLxSGD_1lIi_S13qFeJj1gOuA2JnjwA0TxaZzmzau29wx6KObHciWWrKxgdAvjrYlM0dWC-yKRyeLZeqADdioR4ucqDgKOc8v-AmqSHWvP/s1600/ESTATUTO+DA+CRIAN%25C3%2587A+E+DO+ADOLESCENTE+ECA+ATIVIDADES.JPG


Escola:______________________________________________________
Aluno/a:__________________________________nº: série:___ Turma:__

Pesquisa
1. Pesquise e responda:
a) O que significa a sigla ECA? 
b) O que o ECA estabelece?
c) Você tem esses direitos? Justifique sua resposta.
d) Se você tem direitos, então, quais são os seus deveres como um bom cidadão/cidadã?
e) De acordo com o ECA, até quando somos criança? Quando nos tornamos adolescentes?

2. Pesquise: 
a) O que é Conselho Tutelar?
b) Qual é sua finalidade?
c) O que é ser um cidadão/cidadã?

3. Análise da realidade:
a) O que é ser criança?
b) Você tem tempo de brincar? Dê que você brinca?
c) Você estuda em casa? Em que momento? 
d) Quem o/a ajuda nas tarefas escolares em casa? Justifique sua resposta.

4. Entreviste seus pais sobre o tempo de infância deles:  
- lazer: tipos de brincadeiras; brinquedos; passeios; alimentos; tempo de escola etc.
- relacionamento: amizade entre os colegas/ amigos; papel dos pais e avós quanto ao apoio à educação dos filhos (em casa e na escola).
- atitudes de respeito: quanto aos pais, professores, idosos e amigos em geral.
- alimentação: tipos de cardápio no dia a dia.

4. Conclusão da entrevista:
- O que mudou? 
-Melhorou ou piorou a vida da criança e do adolescente? 
- Por quê?

5. Comente:
a) O que você entendeu da poesia Direitos da Criança, de Ruth Rocha?
b) Quem é Ruth Rocha?
c) Pesquise outras obras de Ruth Rocha.

 SAIBA MAIS  
  1. Para ler o Estatuto da Criança e do Adolescente na íntegra online clique aqui.
  2. Para baixar o Estatuto da Criança e do Adolescente completo clique aqui.
  3. Para Ler a Revista Turma da Mônica sobre o Estatuto da criança e do adolescente clique aqui.
  4. Para baixar a Revista Turma da Mônica sobre o Estatuto da criança e do adolescente clique aqui.

 
Fonte: http://espacoeducar-liza.blogspot.com.br/2011/07/estatuto-da-crianca-e-do-adolescente-na.html
 

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Divulgação: CD, de Jorge Pai e Jorge Filho

""Adquira o CD de JORGE PAI & JORGE FILHO pelo telefone (43) 3242.2898 ou (43) 8412.3807 ou através do e-mail: jorgepaiejorgefilho@hotmail.com"