PAISAGEM

ORAÇÃO DO DIVINO ESPÍRITO SANTO

OH! JESUS MEU ETERNO PAI DO CÉU, DOCE CORAÇÃO DE JESUS, SOIS O ME REFÚGIO, MEU GUIA, MINHA LUZ QUE ILUMINA TODO MEU CAMINHO, ME PROTEJA, ME AJUDE, ME DÊ ÂNIMO, CORAGEM E MUITA CONFIANÇA. FIQUE SEMPRE COMIGO. DAI-ME UMA PAZ QUE BROTA DO MEU CORAÇÃO. DAI-ME A GRAÇA DE CONSEGUIR FAZER ALGO PARA VOS AGRADAR. DAI-ME FORÇA, A DECISÃO E CORAGEM. ENVIE TEU ESPÍRITO SANTO E TUDO SERÁ CRIADO. NÃO DEIXE TARDAR EM VOS AGRADECER. ILUMINE MINHA MENTE QUE DEVO FAZER. AJUDE QUE EU NÃO ME ESQUEÇA DE VOS AGRADECER. JESUS FIQUE SEMPRE COMIGO. DOCE CORAÇÃO DE MARIA, RAINHA DO CÉU E DA TERRA. SEJA NOSSA SALVAÇÃO. AMÉM

Observação: Esta oração foi escrita por minha mãe em seus últimos dias de vida /1993. Saudades!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

RESPOSTA INTERPRETATIVA/ARGUMENTATIVA

GÊNERO TEXTUAL 1 
 REDAÇÃO
Leia atentamente, desde o título até o final, o texto que vem a seguir.
“O que é escrita?”
“... na atualidade, a escrita faz parte de nossa vida, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, lista de compras, etc, etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, etc., etc.).
Que a escrita é onipresente em nossa vida, já o sabemos. Mas, afinal, ‘o que é escrita?’
(...) há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco.
Apesar da complexidade que envolve a questão, não é raro, quer na sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições, tais como: ‘escrita é inspiração’; ‘escrita é uma atividade para poucos privilegiados (aqueles que nascem com dom e se transformam em escritores renomados)’; ‘escrita é expressão do pensamento’ no papel ou em outro suporte; ‘escrita é domínio de regras da língua’; ‘escrita é trabalho’ (...) no qual o sujeito tem algo a dizer e o faz em relação a um outro (o seu interlocutor/leitor) com um certo propósito.
Nessa concepção interacional (dialógica) da língua, tanto aquele que escreve como aquele para quem se escreve são (...) sujeitos (...) que (...) se constroem e são construídos no texto.
Assim é que, por exemplo, dependendo do gênero textual a ser produzido, do assunto a ser tratado, de quem seja o interlocutor, dos lugares em que se situam como interlocutores (escrever para um chefe, para um professor, para um amigo, para um namorado), dos conhecimentos pressupostamente compartilhados, do maior ou menor grau de intimidade, familiaridade existente entre esses interlocutores, a escrita pode se constituir mais formalmente ou mais informalmente.”
(Texto adaptado de KOCH, Ingedore V. & ELIAS, Vanda M. Escrita e interação. In: Ler e escrever – estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto, 2009. p.31-36).

GÊNERO TEXTUAL 1 – RESPOSTA INTERPRETATIVA/ARGUMENTATIVA
Com base no que as autoras, Koch e Elias, apresentam no texto adaptado “O que é escrita?”, responda, com suas palavras e com argumentos que justifiquem a sua interpretação, a pergunta: O QUE É ESCRITA?
Atenção! A resposta deve ser organizada de forma que, quem a ler, não precise da pergunta para compreendê-la. (UEM/CVU – PAS/2009 1.ª Etapa Caderno de Questões)

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Redação PAS-UEM 2011


Aos interessados nos links de cadernos e gabaritos (todas etapas)

REDAÇÃO
Texto
Aquiles e a verruga
(Roberto Gomes)

Foi uma paixão fulminante. Um encontro casual numa sorveteria, uma noite num bar, um fim de semana no litoral. Estavam apaixonados. Duas semanas depois, resolveram morar juntos. Alugaram um apartamento minúsculo, onde mal cabiam os dois – e era isso mesmo que eles queriam. Juntos para sempre.
Passaram semanas esquecidos do mundo, entre o trabalho e o apartamento, onde viviam de refeições pedidas por telefone e DVDs assistidos até a madrugada. Era o amor, dizia ele. É o amor, ela respondia.
Até que numa madrugada, especialmente cálida e movimentada, ela ficou subitamente tensa, deu um salto da cama e exclamou:
– Você tem verruga!
– Tenho o quê?
– Verruga. Uma verruga horrorosa.
Ele tinha mesmo uma verruga no calcanhar esquerdo, já nem lembrava dela.
– É, tenho.
Ela acendeu a luz e saiu em busca do roupão, no qual se embrulhou, pudica.
– Por que não me disse antes?
– Por que eu deveria ter falado disso?
– Eu tenho horror a verrugas.
Ele tentou brincar:
– Você tem horror a verrugas. Eu tenho uma só.
– É o bastante. Você deveria ter falado disso.
– Da verruga?
– Da verruga. Estamos juntos há dois meses e você nunca me falou dela.
– Dela?
– Da verruga. É como se você mentisse para mim esse tempo todo.
– Mentisse? Mas você ficou doida, criatura? Eu tenho uma verruga, só isso.
– No tendão.
– Tudo bem. Outros têm verruga no dedo indicador – tentou novamente fazer uma brincadeira. Se ainda fosse...
– Não faça piadinhas! É sério. Tenho fobia a verrugas.
– Não acredito. Você tem certeza de que não está brincando?
– Imagina! Não brinco com verrugas! É coisa séria.
Ela abriu o guarda-roupa, apanhou uma mala e começou a recolher suas roupas.
– O que você está fazendo? Perguntou ele.
– Vou embora.
– Por causa de uma verruga?
– Isso mesmo. Não suporto verrugas. Tenho fobia.
Ele se levantou da cama e, inexplicavelmente, se sentiu chocado com a própria nudez. Colocou a calça do pijama. Aproximou-se dela. Ela gritou:
– Não me toque! Não ponha a mão em mim!
Ele abriu os braços, patético:
– Mas... E nossa paixão? Nossos sonhos? Nossos planos?
– Tudo acabado.
– Por causa de uma verruga?
– Por isso mesmo – disse ela, enfiando-se num jeans e numa camiseta.
– E se eu tirasse a verruga?
Colocando o tênis, ela dirigiu a ele um olhar cheio de pânico:
– Não adianta. Volta. Verruga é para sempre. Você corta aqui, ela renasce. Pula para outro lugar. Passa de um dedo para outro. Sinto muito.
Arrastou a mala até a porta, apanhou as chaves e disse:
– Amanhã eu volto para pegar o resto das minhas coisas. Adeus.
Antes de fechar a porta, ela apagou a luz e ele ficou ali, de pijama, no meio da sala, no escuro. Sozinho. Ele e a verruga.
(Texto retirado de Gazeta do Povo, Curitiba, 10/5/2009)
GABARITO 1 UEM/CVU – PAS/2011 Etapa 1 Caderno de Questões 3


GÊNERO TEXTUAL 1 – CARTA PESSOAL
Com base no texto Aquiles e a verruga, imagine a seguinte situação: você terminou um relacionamento amoroso por uma causa banal, a exemplo da história apresentada no texto de apoio. Escreva uma CARTA PESSOAL, com no máximo 20 linhas, em que você relembre os bons momentos ao lado da pessoa amada e apresente argumentos tentando reatar o namoro. Nessa carta pessoal, seu destinatário deverá chamar-se José ou Josefa e você, o remetente, deverá assinar como Maria ou Mário.
GABARITO 1 UEM/CVU – PAS/2011 Etapa 1 Caderno de Questões 4


Texto
O trabalho na sociedade greco-romana
Para se entender o trabalho na sociedade greco-romana, é necessário que se tenha em mente que seus membros não pensavam essa questão da mesma forma que a pensamos hoje; tampouco se trabalhava da mesma maneira, ou melhor, não se organizava o trabalho como hoje o fazemos. Antes de tudo, os gregos utilizavam vários termos para designar o que hoje entendemos por trabalho. Além disso, a organização da sociedade greco-romana era também diversa da nossa e, portanto, a divisão do trabalho e as relações sociais de produção também o eram.
Os gregos faziam uma distinção clara entre o trabalho braçal de quem labuta na terra, o trabalho manual do artesão e aquela atividade do cidadão que discute e procura, através do debate, resolver os problemas da sociedade. Conforme Hanna Arendt (1906-1975), pensadora alemã, os gregos possuíam três concepções para a ideia de trabalho: labor, poiesis e praxis.
Por labor, entendia-se o esforço físico voltado para a sobrevivência do corpo, sendo, portanto, uma atividade passiva e submissa ao ritmo da natureza; o exemplo mais claro dessa atividade é o trabalho de quem cultiva a terra, pois ele depende sempre das variações do clima, das estações, ou seja, de forças que o humano não pode controlar. A mesma expressão é utilizada para o momento em que a mulher está em trabalho de parto.
Em poiesis, a ênfase recai sobre o fazer, o ato de fabricar, de criar alguma coisa ou produto através do uso de algum instrumento ou mesmo das próprias mãos. O produto desse trabalho muitas vezes subsiste à vida de quem o fabrica, tem um tempo de permanência maior que o de seu produtor. O trabalho do artesão, do escultor se enquadraria nessa concepção. Praxis, por sua vez, é aquela atividade que tem a palavra como o seu principal instrumento, isto é, que utiliza o discurso como um meio para encontrar soluções voltadas para o bem-estar dos cidadãos. É o espaço da política, da vida pública. Diferentemente dos casos anteriores, aqui não há nenhum produto material resultante dessa atividade, como no caso do agricultor ou do artesão. Na
praxis, a atividade é totalmente livre, uma vez que se utilizam os objetos e as coisas produzidas pelos outros.
A maior virtude consiste em utilizar bem as coisas, sem ter que transformá-las através do trabalho (no caso, através do labor ou poiesis).
(TOMAZI, Nelson Dacio [et al]. Iniciação à Sociologia. 2 ed. rev. e ampl. São Paulo: Atual, 2000. p.39)

GÊNERO TEXTUAL 2 – RESUMO
A partir da leitura do texto O trabalho na sociedade greco-romana, produza um RESUMO, com no mínimo10 e no máximo 20 linhas. Lembre-se de que o RESUMO é um gênero textual que tem por objetivo passar ao leitor as informações mais relevantes do texto original e a ele deve ser fiel.
 
GABARITO 1 UEM/CVU – PAS/2011 Etapa 1 Caderno de Questões 5
  e acesso 20Ago2011.

"Todos os homens do mundo, na medida em que se unem entre si em sociedade, trabalham, lutam e melhoram a si mesmos". Antonio Gramsci

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

PESQUISA NA ESCOLA: PROCEDIMENTOS INICIAIS[Agosto/2009]


A seguir, apresento sugestões para estruturar a pesquisa na escola por meio da biblioteca escolar, a partir de um roteiro que poderá ser readequado de acordo com as necessidades de cada escola.

1 ANTES DE INICIAR A PESQUISA COM OS ALUNOS

- o professor de sala de aula seleciona o assunto.

- o professor entrega o roteiro da pesquisa para o regente de biblioteca/bibliotecário e solicita uma pesquisa prévia no acervo da biblioteca.

- é preciso dar um prazo de, no mínimo, três (03) dias para que o regente de biblioteca/bibliotecário selecione o material.

- após seleção do material, o regente de biblioteca/bibliotecário apresenta-o ao professor de sala de aula para que ele indique quais materiais serão utilizados.

- depois da análise, o regente de oficina de biblioteca separa o material para aguardar a vinda dos alunos para a pesquisa.

2 REALIZAÇÃO DA PESQUISA PELOS OS ALUNOS

- o professor apresenta aos alunos o assunto a ser pesquisado, de acordo com os seguintes procedimentos:

·        entrega e discussão do roteiro com os alunos;
·        pesquisa na biblioteca e/ou com os materiais da biblioteca;
·        após a pesquisa: o que será feito? Apresentação do que foi pesquisado? O professor deve esclarecer aos alunos como será essa etapa.

- cada aluno deverá receber por escrito, ou copiar do quadro, o roteiro para levar à biblioteca quando for realizar a pesquisar.

- caso os alunos não compreendam algum item do roteiro, é necessário que o professor esclareça-lhes.

- o professor explica ao aluno como lidar com o conteúdo, ou seja, o que se espera dele:
·        copiar o trecho que corresponda ao que se solicitou para pesquisar;
·        escrever com as próprias palavras (?): muitos professores usam essa expressão, mas ela se torna muito vaga para uma criança. É bom lembrar que alunos menores, nem sempre têm maturidade para fazer isso sem o acompanhamento de um adulto.  
·        Obs: a escola deve iniciar com procedimentos mais simples e depois ampliar para mais complexos. É preciso ensiná-los a lidar com os passos iniciais e, depois que estiverem mais autônomos naquilo que foi ensinado, exigir outros passos para a pesquisa.

- o aluno deve ser informado do horário que poderá usar a biblioteca.

- o aluno deverá levar os materiais necessários para realizar a pesquisa, ou seja, o caderno e o roteiro da pesquisa.

3 DEPOIS DA PESQUISA COM OS ALUNOS

- explicar quando deverá entregar a pesquisa/ou trazê-la para a sala de aula.

- deve estar claro para os alunos como será utilizado o que ele pesquisou. Toda pesquisa deve ser compartilhada entre os alunos. Não há sentido em fazer pesquisa sem compartilhar.

- estratégias pedagógicas (apresentação em grupo, discussão dos aspectos pesquisados, seminários, rodas de conversa etc.)



 Sobre Rovilson José da Silva



Doutor em Educação/ Mestre em Literatura e Ensino/ Professor do Departamento de Educação da UEL – PR / Vencedor do Prêmio VivaLeitura 2008, com o projeto Bibliotecas Escolares: Palavras Andantes.

sábado, 18 de agosto de 2012

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Dicas de LEM - inglês I

1000 Frases mais comuns em inglês

MANGÁ

O QUE É MANGÁ?
MANGÁ é uma dessas palavras de origem nipônica que cada vez mais está sendo utilizada no quotidiano tupiniquim, que nem “sushi”, “origami” e “sashimi”. Poucos, entretanto, sabem definir o que precisamente é o MANGÁ.
A palavra MANGÁ é o resultado da união dos ideogramas MAN (humor) e GÁ (grafismo), sendo sua tradução literal para o português “caricatura”, “desenho engraçado”.
A primeira pessoa a utilizar a palavra MANGÁ foi o artista Katsushita Hokusai, extremamente conhecido no Ocidente por suas gravuras “ukiyo-ê”. Entre 1814 e 1849, Hokusai produziu um conjunto de obras em 15 volumes retratando cenas do dia-a-dia que o rodeava, deformando o desenho das pessoas que retratava de forma a salientar seus traços marcantes. Estas caricaturas de época receberam o nome de HOKUSAI MANGÁ e representam os primeiros passos das charges e das histórias em quadrinhos no Japão.
Com o advento da Era Meiji na segunda metade do século XIX, o Japão saiu de um isolamento cultural de 200 anos e passou a ter maior contato com o Ocidente, procurando o mais rápido possível assimilar tecnologias, costumes e ideologias que vinham do estrangeiro. Nessa época destacou-se o trabalho do inglês radicado no Japão Charles Wirgman, que em 1862 criou a revista de humor “JAPAN PUNCH”, abrindo através das charges políticas um novo tipo de arte cômica aos japoneses e a obra de Rakuten Kitazawa (1876-1955), que criou os primeiros quadrinhos seriados com personagens regulares e batalhou pela adoção da palavra MANGÁ para designar histórias em quadrinhos no Japão.
Com a modernização do país e com o desenvolvimento de uma linguagem de quadrinhos própria aos costumes e à realidade japonesa, MANGÁ se tornou sinônimo de caricaturas e HQs. A idéia de MANGÁ como um estilo de desenhos e narrativa só surgiu no pós-guerra, com o trabalho de Osamu Tezuka (1926-1989), também conhecido como “Deus do MANGÁ”.
Osamu Tezuka é o criador do estilo de desenho que retrata as pessoas com olhos grandes e brilhantes e influenciado pela obra de Walt Disney e pelo cinema europeu, já na década de 40 ele adaptava para a linguagem dos quadrinhos técnicas de cinema como “close-ups”, “long-shots” e “slow-motion”, revolucionando a narrativa quadrinhística e fazendo com que os leitores se envolvessem mais com as histórias que criava. As dificuldades da guerra e as duras condições de vida da fase de reconstrução deram a Tezuka uma visão humanista e universalista, visão esta que influenciou constantemente suas criações como “Phoenix”, “Buddha” e “Jumping”. Adaptando seu estilo dos quadrinhos para o desenho animado, Tezuka também foi o pioneiro da animação japonesa, sendo conhecido no exterior (inclusive no Brasil) por produções como “Kimba, o Leão Branco”, “A Princesa e o Cavaleiro” e “Astroboy”.
O estilo cativante, ágil e envolvente de Osamu Tezuka influenciou várias gerações de desenhistas japoneses e fez com que a expressão MANGÁ se tornasse sinônimo desse estilo. Também devido ao trabalho de Tezuka na animação, a expressão MANGÁ virou sinônimo de desenhos animados no Japão nos anos 60 e 70. Posteriormente, o alto grau de especialização da área de animação fez com que se adaptasse a expressão ANIMÊ (do inglês “animation”) para designar desenhos animados japoneses.
Assim, entende-se hoje por MANGÁ histórias em quadrinhos e desenhos animados feitos no estilo e na linguagem desenvolvida pelos japoneses, resultado de um processo histórico e cultural iniciado há quase dois séculos. Atualmente o Japão é o maior produtor e consumidor de quadrinhos e desenhos animados no mundo, gerando uma atividade multibilionária na área de comunicações além de lucros decorrentes de licenciamento de uma infinidade de produtos como brinquedos e videogames e influenciando autores em vários países.
Autora: Cristiane A. Sato – 23/12/1993
Cristiane A. Sato, formada em direito pela Universidade de São Paulo, pesquisadora de mangá e animê, presidente da ABRADEMI – Associação Brasileira de Desenhistas de Mangá e Ilustrações, colaboradora de publicações sobre cultura popular japonesa, mangá e animê desde 1996. Palestrante convidada em eventos diversos no Centro Cultural Itaú, Sesi, Sesc, FAU-USP, Fundação Japão, Embaixada, Consulado Geral do Japão, etc.

FONTE www.culturajaponesa.com.br – autora: Cristiane A. Sato
Disponível em: http://www.portaldarte.com.br/manga.htm e acesso 12ago2112

Reforma Ortográfica - Dicas úteis

Para download:


Inglês na Ponta da Língua: O que são phrasal verbs?

Inglês na Ponta da Língua: O que são phrasal verbs?: Certa vez, dei aulas de português a uma simpática americana que estava no Brasil levantando dados para sua tese de mestrado em economia. Be...

sábado, 11 de agosto de 2012

Fathers Day 2012 Date





Parabéns pelo Dia dos Pais!

Não deixei de sentir sua falta, mas a vida continua...
Sou feliz porquê "vocês" (pai e mãe) estão presentes de alguma forma...

terça-feira, 7 de agosto de 2012

10 Dicas Para Aprender Inglês Mais Rápido

Inglês na Ponta da Língua: 10 Dicas Para Aprender Inglês Mais Rápido: [ Esse texto foi publicado aqui pela primeira vez em 13.10.2009 . Como é um dos que vale a pena ler de novo, decidi repostá-lo ] Se você...

Dicas: o uso do jornal e a formação cidadã

Material teórico sobre o uso do jornal e a formação cidadã

Informações ao aluno/redação

6 características de uma redação nota zero para o Inep

ENEM 2012

 Leia as informações no link abaixo:
ZERAR A PROVA DE REDAÇÃO DO ENEM 2012 | ENEM 2012

MUDANÇAS NO ENEM 2012

 Clique aqui: MUDANÇAS NO ENEM 2012, PROVA DE REDAÇÃO | ENEM 2012

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Como NÃO educar seus (nossos) filhos

 Policiais de Houston, no Texas, publicaram uma norma de 10 pontos de “como criar um delinquente”. 

1- Comece na infância a dar a seu filho tudo o que ele quiser. Assim, quando ele crescer, acreditará que o mundo tem obrigação de lhe dar tudo o que ele deseja.

2- Quando ele disser nomes feios, ache graça. Isso o fará considerar-se interessante.
 
3- Nunca lhe dê qualquer orientação religiosa. Espere até ele chegar aos 21 anos e “decida por si mesmo”.
 
4- Apanhe tudo o que ele deixar jogado: livros, sapatos, roupas. Faça tudo para ele, para que aprenda a jogar sobre os outros toda a responsabilidade.
 
5- Discuta com freqüência na presença deles. Assim não ficará muito chocado quando o lar se desfizer mais tarde.
 
6- Dê-lhe todo o dinheiro que quiser.
 
7- Satisfaça todos os seus desejos de comida, bebida e conforto. Negar pode acarretar “frustrações prejudiciais”.
 
8- Tome partido dele contra vizinhos, professores e policiais. (Todos têm má vontade com seu filho).
 
9- Quando ele se meter em alguma encrenca séria, dê esta desculpa: “Nunca consegui dominá-lo”.E, finalmente…
 
10- Prepare-se para uma vida de desgosto. Vivemos num mundo com tanta violência e visível falta de educação. Vale a pena pensarmos melhor em que tipo de valores estamos repassando aos nossos filhos. 
Se você achou interessante esta mensagem repasse ao maior número possível de pais, professores e de, futuros pais. O mundo precisa de cidadãos de bem, e a responsabilidade também é nossa.
Fonte desconhecida