Ø Pré-modernismo: autores em busca
de um país
O Brasil republicano: conflitos e contrastes.
- Euclides da Cunha: narrador da guerra do fim do mundo.
- Lima Barreto: a vida nos subúrbios cariocas.
- Monteiro Lobato: a decadência do café.
- Augusto dos Anjos: poeta de muitas faces.
Ø Primeira geração modernista:
ousadia e inovação (poesia do quotidiano).
Semana de Arte Moderna: três noites que fizeram
história.
- Oswald de Andrade: irreverência e crítica.
- Mário de Andrade: a descoberta do Brasil brasileiro.
- Manuel Bandeira: olhar terno para o quotidiano.
- Alcântara Machado: os italianos em São Paulo.
- Outros autores: Cassiano Ricardo (Martim Cererê); Guilherme de Almeida (A flor que foi um homem); Menotti del Picchia (Juca Mulato); Plínio Salgado (O cavaleiro de Itararé); Raul Bopp (Cobra Morato)
Ø Segunda geração modernista:
misticismo e consciência social (eu e o mundo)
A consolidação de uma estética.
- Carlos Drummond de Andrade: poeta do finito e da matéria
- Cecília Meireles: a vida efémera e transitória.
- Vinícius de Moraes: o cantor do amor maior.
- Murilo Mendes: o católico visionário.
- Jorge de Lima: o católico engajado.
Ø O romance de 1930: a consciência
do subdesenvolvimento brasileiro.
A retomada de um olhar realista.
- Graciliano Ramos: mestre das palavras secas.
- José Lins do rego: lembranças de um menino de engenho.
- Rachel de Queiroz: um olhar feminino para o sertão.
- Jorge Amado: retrato da diversidade económica e cultural.
- Erico Veríssimo: o intérprete dos gaúchos.
- Dionélio Machado: as angústias do homem comum.
O pós-modernismo
Ø A poesia participante da geração
de 1945 e o Concretismo
- A poesia em busca de um caminho: a poesia “equilibrada e séria” de Lêdo Ivo, Péricles Eugênio da Silva Ramos, Geir Campos e Darcy Damasceno.
- A “máquina” do poema: João Cabral de Melo Neto.
- Poesia Concreta: Haroldo de Campos, Décio Pignatari e Augusto de Campos.
- Poesia participante: Ferreira Gullar.
- Poesia praxis: Mário Chamie.
Ø A prosa pós-moderna: a reinvenção
da narrativa.
- Guimarães Rosa: o descobridor do sertão universal.
- Clarice Lispector: a busca incansável da identidade.
Ø A escrita contemporânea
Décadas
de 60 e 70:
- Os romances-reportagens: José Louzeiro.
- Os romances que retratam a realidade do país: António Callado, Inácio Loyola Brandão e Ivan Ângelo.
- Romances com linguagem apurada e força poética: Raduan Nassar.
- Contos e romances de grande penetração psicológica: Lígia Fagundes Telles.
- Do grotesco ao banal nos contos de Dalton Trevisan.
- O romance memorialista de Pedro Nava (painel da cultura brasileira no século XX com os costumes familiares e sua cultura popular).
- Geração mimeógrafo (final dos anos 70), uma poesia anárquica, satírica e coloquial: Ana Cristina César e Cacaso.
A partir
das décadas de 80 e 90:
- Romance inspirado nos aspectos políticos e sociais da vida nordestina e brasileira: João Ubaldo Ribeiro e J.C. Dantas.
- Romance intimista: Milton Hatoum.
- Rubem Fonseca disseca a motivação das suas personagens urbanas em histórias realistas e violentas.
- Em João Gilberto Noll a sexualidade vem acompanhada de um clima pesado de delírio.
- A nível da poesia há grande influência do concretismo em Paulo Leminski e Arnaldo Antunes e até mesmo em compositores da MPB como Caetano Veloso.
- Poesia ligada à região do Pantanal: Manoel de Barros.
- Outros poetas realizam trabalhos muito pessoais, como José Paulo Paes, Hilda Hilst, Nelson Ascher e Adélia Prado.
Adaptado de: História Concisa da Literatura
Brasileira, Alfredo Bosi, Literatura Brasileira – tempos, leitores e leituras,
Mª Luiza M. Abaurre e Marcela Pontara; Wikipédia, a enciclopédia livre; http://www.leremcd.hpg.ig.com.br/historia.htm

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