quinta-feira, 14 de novembro de 2013

A partir do Modernismo - síntese





Ø  Pré-modernismo: autores em busca de um país
O Brasil republicano: conflitos e contrastes.
  • Euclides da Cunha: narrador da guerra do fim do mundo.
  • Lima Barreto: a vida nos subúrbios cariocas.
  • Monteiro Lobato: a decadência do café.
  • Augusto dos Anjos: poeta de muitas faces.

Ø  Primeira geração modernista: ousadia e inovação (poesia do quotidiano).
Semana de Arte Moderna: três noites que fizeram história.
  • Oswald de Andrade: irreverência e crítica.
  • Mário de Andrade: a descoberta do Brasil brasileiro.
  • Manuel Bandeira: olhar terno para o quotidiano.
  • Alcântara Machado: os italianos em São Paulo.
  • Outros autores: Cassiano Ricardo (Martim Cererê); Guilherme de Almeida (A flor que foi um homem); Menotti del Picchia (Juca Mulato); Plínio Salgado (O cavaleiro de Itararé); Raul Bopp (Cobra Morato)

Ø  Segunda geração modernista: misticismo e consciência social (eu e o mundo)

A consolidação de uma estética.
  • Carlos Drummond de Andrade: poeta do finito e da matéria
  • Cecília Meireles: a vida efémera e transitória.
  • Vinícius de Moraes: o cantor do amor maior.
  • Murilo Mendes: o católico visionário.
  • Jorge de Lima: o católico engajado.

Ø  O romance de 1930: a consciência do subdesenvolvimento brasileiro.
A retomada de um olhar realista.
  • Graciliano Ramos: mestre das palavras secas.
  • José Lins do rego: lembranças de um menino de engenho.
  • Rachel de Queiroz: um olhar feminino para o sertão.
  • Jorge Amado: retrato da diversidade económica e cultural.
  • Erico Veríssimo: o intérprete dos gaúchos.
  • Dionélio Machado: as angústias do homem comum.
O pós-modernismo
Ø  A poesia participante da geração de 1945  e o Concretismo
  • A poesia em busca de um caminho: a poesia “equilibrada e séria” de Lêdo Ivo, Péricles Eugênio da Silva Ramos, Geir Campos e Darcy Damasceno.
  • A “máquina” do poema: João Cabral de Melo Neto.
  • Poesia Concreta: Haroldo de Campos, Décio Pignatari e Augusto de Campos.
  • Poesia participante: Ferreira Gullar.
  • Poesia praxis: Mário Chamie.
Ø  A prosa pós-moderna: a reinvenção da narrativa.
  • Guimarães Rosa: o descobridor do sertão universal.
  • Clarice Lispector: a busca incansável da identidade.
Ø  A escrita contemporânea
Décadas de 60 e 70:
  • Os romances-reportagens: José Louzeiro.
  • Os romances que retratam a realidade do país: António Callado, Inácio Loyola Brandão e Ivan Ângelo.
  • Romances com linguagem apurada e força poética: Raduan Nassar.
  • Contos e romances de grande penetração psicológica: Lígia Fagundes Telles.
  • Do grotesco ao banal nos contos de Dalton Trevisan.
  • O romance memorialista de Pedro Nava (painel da cultura brasileira no século XX com os costumes familiares e sua cultura popular).
  • Geração mimeógrafo (final dos anos 70), uma poesia anárquica, satírica e coloquial: Ana Cristina César e Cacaso.
A partir das décadas de 80 e 90:
  • Romance inspirado nos aspectos políticos e sociais da vida nordestina e brasileira: João Ubaldo Ribeiro e J.C. Dantas.
  • Romance intimista: Milton Hatoum.
  • Rubem Fonseca disseca a motivação das suas personagens urbanas em histórias realistas e violentas.
  • Em João Gilberto Noll a sexualidade vem acompanhada de um clima pesado de delírio.
  • A nível da poesia há grande influência do concretismo em Paulo Leminski e Arnaldo Antunes e até mesmo em compositores da MPB como Caetano Veloso.
  • Poesia ligada à região do Pantanal: Manoel de Barros.
  • Outros poetas realizam trabalhos muito pessoais, como José Paulo Paes, Hilda Hilst, Nelson Ascher e Adélia Prado.
 Adaptado de: História Concisa da Literatura Brasileira, Alfredo Bosi, Literatura Brasileira – tempos, leitores e leituras, Mª Luiza M. Abaurre e Marcela Pontara; Wikipédia, a enciclopédia livre; http://www.leremcd.hpg.ig.com.br/historia.htm

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