sábado, 8 de outubro de 2011

A Carta, de Pero Vaz de Caminha (em áudio livro) e outras...

http://www.youtube.com/watch?v=Dk-ny9fG_gU

Atenção  alunos/as do1º ano do Ensino Médio! 

  • Vejam as respostas do gabarito1.c;  2.e;   3. d;  4. b ;  5. c;  6. d;  7. a;  8. d       
Vejam outras dicas no site indicado acima.
Bons estudos!  

Resumo: A Carta - Pero Vaz de Caminha

A carta que Pero Vaz de Caminha escreveu para D. Manuel, o rei de Portugal na época do descobrimento do Brasil, relata com detalhes a chegada dos portugueses no Brasil, como foram os primeiros contatos destes com os indígenas e, a partir desta carta, podemos perceber as intenções portuguesas quanto à nova terra e, o que seria dela depois de então. 
A partida frota portuguesa de Belém-Portugal ocorreu no dia 9 de março, a chegada às Canárias no dia 14 do mesmo mês, e no dia 22 chegaram à ilha de São Nicolau. 
No dia 21 de abril, toparam com sinais de terra, o que eles chamam de botelho, espécie de ervas compridas. 
No dia seguinte, houveram vista de terra, que foi chamada de Terra De Vera Cruz, a qual tinha um monte alto, que recebeu o nome de o Monte Pascoal. 
Avistaram os primeiros habitantes da terra, os quais eram, de acordo com a descrição de Caminha, pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e narizes, nus, traziam arcos e setas, o beiço de baixo furado com um osso metido nele, cabelos corredios e corpos pintados. 
Com eles tentaram estabelecer um primeiro contato, o que foi uma surpresa, pois um deles começou a apontar para o colar de ouro do capitão da frota e, em seguida, para a terra, como se quisesse dizer que naquela terra havia ouro. 
A mesma coisa ocorreu com o castiçal de prata e o papagaio. 
Ao verem coisas que não conheciam, faziam sinais, dando-se a entender que queriam propor uma troca. 
Conclui-se então, que desta forma começou a troca de ouro, prata e madeira, por quinquilharias vindas da Europa. 
Os portugueses traziam os indígenas para as embarcações, a fim de estabelecer um melhor contato com os indígenas. 
No início, eles mostraram-se muito esquivos, mas com o passar dos dias, passaram a conviver mais com os portugueses e, até mesmo, à ajudá-los no que precisavam e levá-los às suas aldeias. 
Os portugueses realizaram uma missa, construíram uma enorme cruz. Tudo para mostrar aos nativos a acatamento que tinham pela cruz, ou melhor, pela religião. 
Desde já, possuíam a vontade de convertê-los à igreja, tendo em vista, sua inocência, já que faziam tudo o que os portugueses faziam ou mandavam... 
A intenção de dominá-los é facilmente observada na seguinte passagem: "Contudo, o melhor fruto que dela se pode tirar parece-me que será salvar esta gente." 
 Fonte: http://www.vestibular1.com.br/

Interpretação da Carta de Pero Vaz de Caminha

A A carta de Pero Vaz de Caminha refere-se ao descobrimento de uma nova terra e as primeiras impressões da natureza e do aborígine. Ela informa detalhadamente ao rei d. Manuel sobre o descobrimento do Brasil e os primeiros contatos com os índios
1. Segundo o relato de Pero Vaz de Caminha, como se apresentava o Capitão Pedro Álvares Cabral ao receber alguns nativos a bordo?
2. Um dos indígenas a bordo foi logo atraído pelo colar do capitão. O que pôde dizer aos brancos através dele?
3. Servindo-se do castiçal, o que o selvagem revelou aos descobridores?
4. Por que aceitaram o papagaio e rejeitam o carneiro e a galinha?
5. O que a tribulação deu de comer aos índios?
6. Como os nativos reagiram diante do vinho oferecido?
8. Com relação à água trazida pelos portugueses, como os índios reagiram?Ao ver as contas brancas do rosário e o colar do capitão, como se portou um dos indígenas?

Respostas 
O capitão estava assentado em uma cadeira, bem vestido e com um colar de ouro no pescoço.
2. Que havia ouro em terra.
3. Que havia prata na terra.
4. Porque o papagaio era um animal nativo, ao passo que o carneiro e a galinha eram europeus.
5. Pão, pescado cozido, confeitos (balas e bombons), pastéis, mel e figos passados (secos ao sol).
6. Não gostaram do vinho oferecido, pois mal começaram a bebê-lo passaram imediatamente, não o querendo mais.
7. Tomaram uns goles, bochecharam, mas não beberam.
8. Acenou para que os brancos lhes dessem  esses objetos em troca de ouro.