Fonte: http://youtu.be/qG58RiE93v0
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Cora Coralina,
pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto
Bretas, nasceu na Cidade de Goiás e faleceu em 10 de abril de 1985. Ela
teve seu primeiro livro publicado em junho de 1965 o qual foi intitulado Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais aos 76 anos.
Foi
uma mulher simples, doceira de profissão, vivendo longe dos grandes centros urbana
e sempre alheia a modismos literários. Ela enfatizou os motivos do cotidiano do
interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás.
Filha
de Francisco Paula Lins Guimarães Peixoto, um desembargador nomeado por D.
Pedro II, e de Jacinta Luísa do Couto Brandão.
Ana
nasceu e foi criada às margens do rio Vermelho, em casa comprada por sua
família no século XIX, quando seu avô ainda era uma criança. Estima-se que essa
casa foi construída em meados do século XVIII, tendo sido uma das primeiras
edificações da antiga Vila Boa de Goiás.
Saber viver, de Cora Carolina
Não sei… Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura… Enquanto durar
Assim eu vejo a vida, de Cora Carolina
Fonte: http://www.lendoesonhando.blogger.com.br/post_cora_poemainicio.jpg
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura… Enquanto durar
Assim eu vejo a vida, de Cora Carolina
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