PAISAGEM

ORAÇÃO DO DIVINO ESPÍRITO SANTO

OH! JESUS MEU ETERNO PAI DO CÉU, DOCE CORAÇÃO DE JESUS, SOIS O ME REFÚGIO, MEU GUIA, MINHA LUZ QUE ILUMINA TODO MEU CAMINHO, ME PROTEJA, ME AJUDE, ME DÊ ÂNIMO, CORAGEM E MUITA CONFIANÇA. FIQUE SEMPRE COMIGO. DAI-ME UMA PAZ QUE BROTA DO MEU CORAÇÃO. DAI-ME A GRAÇA DE CONSEGUIR FAZER ALGO PARA VOS AGRADAR. DAI-ME FORÇA, A DECISÃO E CORAGEM. ENVIE TEU ESPÍRITO SANTO E TUDO SERÁ CRIADO. NÃO DEIXE TARDAR EM VOS AGRADECER. ILUMINE MINHA MENTE QUE DEVO FAZER. AJUDE QUE EU NÃO ME ESQUEÇA DE VOS AGRADECER. JESUS FIQUE SEMPRE COMIGO. DOCE CORAÇÃO DE MARIA, RAINHA DO CÉU E DA TERRA. SEJA NOSSA SALVAÇÃO. AMÉM

Observação: Esta oração foi escrita por minha mãe em seus últimos dias de vida /1993. Saudades!

terça-feira, 2 de abril de 2013

Interpretação de textos

Construção - Chico Buarque - Animação
Legenda: By: @PhilipeBarros em 28/06/2011 - Vídeo produzido como trabalho 
para a disciplina de Semiótica da Comunicação, do curso de Jornalismo da UFRN.
Fonte: http://youtu.be/_a9nCUd6wwE

CONSTRUÇÃO, de Chico Buarque
1. Esse poema, que conta a história de um dia de vida de um operário, pode ser dividido em três partes.
a)    Que versos marcam o fim de cada parte?
Os versos que marcam o fim de cada parte são: "Morreu na construção atrapalhando o tráfego"," Morreu na construção atrapalhando o público" e " Morreu na contramão atrapalhando o sábado".
b)    O que caracteriza as duas últimas partes?
As duas última partes caracterizam-se pela retomada da primeira, mas com alterações no final dos versos (é o que ocorreu, também, com o s versos finais de cada parte): o poeta muda as palavras de lugar, criando significados surpreendentes. 
A terceira parte apresenta, ainda, um diferencial: é uma síntese das duas anteriores, que apresentam, cada uma, quatro estrofes de cada quatro versos; a última parte apresenta uma estrofe de seis versos.

2. Que palavras do texto indicam as ações do operário? A que situações ela se referem?
Amou, beijou: despedida dos seus, logo pela manhã, na ida para o trabalho.
atravessou, subiu, ergueu: seu trabalho na construção.
Sentou, comeu, bebeu, soluçou, organizou, morreu: o acidente, a morte.

3. Qual é a duração do tempo da narrativa? Os fatos narrados estão em que tempo verbal? O que isso significa?
Esses fatos ocorrem num dia de trabalho do operário personagem, de manhã até a hora do almoço, culminando com sua morte.
O narrador ofereceu-se a fatos passados, perfeitamente acabados. Os verbos utilizados estão todos no pretérito perfeito do indicativo.

4“Sentou pra descansar como fosse um sábado” /
“Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe” /
“Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago” /

Aos trechos destacados constituem comparações. Você pôde perceber que Chico Buarque utilizou muitas vezes esse recurso em seu texto. Interprete essas três comparações e explique o efeito produzido no texto.
A comparação nesse texto é um recurso que permite dimensionar as ações do operário, carregando-as de significado poético: a ação de "sentar para descansar" assume um significado mais amplo quando vem acompanhada da comparação como se fosse sábado
(a entrega total de quem vive uma situação-limite).
Dizer que alguém come feijão com arroz como se fosse um príncipe e descrever a refeição da perspectiva do operário e, ao mesmo tempo, com a ironia do poeta.O emprego de náufrago, enfim, da a perfeita dimensão do trágico na vida do operário.

5. É possível dizer que, logo no início do poema, há uma tragédia anunciada? Justifique.
Sim; os três primeiros versos são um prenúncio de tragédia: as ações do operário tem a intensidade de quem as pratica pela última vez.

6. A repetição de ações diárias e sempre iguais mostra uma face do drama do operário. Copie o verso que comprova essa afirmação.
" Subiu a construção como se fosse máquina."

7.O operário é visto e caracterizado por suas ações. Completando essa caracterização, observe que há na primeira parte do poema, apenas duas referências físicas relativas ao operário.
a)    Copie os versos em que elas ocorrem.
" E atravessou a rua com seu passo tímido" e " Seus olhos embotados de cimentos e lágrimas."

b)    Que características são expressas nesses versos?
Timidez e sofrimento. Destacar que o adjetivo tímido é atribuído a passo, quando na realidade refere-se a operário.

8O verso “Seus olhos embotados de cimento de lágrima” lembra o quê? Interprete esses versos.
Resposta pessoal: A expressão "cimento e lágrima" lembra cimento e água, os elementos que entram na composição da argamassa utilizada pelos operários da construção civil. O embotamento é causado pelo que vem de fora (o cimento) e pelo que vem de dentro (a lágrima, expressão de sofrimento).

9. “Tropeçou no céu como fosse um bêbado/ E flutuou no ar como fosse um pássaro”. Embora esses versos marquem o momento da tragédia, eles descrevem-na com extrema sensibilidade, criando um clima poético. Indique os recursos empregados para isso ocorrer.
Foram criadas imagens poéticas (" Tropeçou no céu"; " flutuou no ar como s fosse um pássaro") capazes de suavizar o momento trágico. Paradoxalmente, as sugestões de liberdade da proximidade do céu, pela imagem do pássaro e pelo ato de flutuar.

10. Mudar as palavras de lugar na segunda parte cria significados novos e complementares na interpretação do poema inteiro.
a) Então, copie alguns versos que chamaram sua atenção nessa segunda parte e interprete-os. 
Resposta pessoal: Professor: a leitura das respostas é importante pois permite a elaboração de um conjunto interpretativo a partir de respostas individuais e parciais.
b)    Pensando no título “Construção”, além do significado inicial que se refere à construção de um prédio, de uma casa, é possível dizer que palavra, que há outra construção? Explique.
As respostas são habitualmente utilizadas, como tijolos numa construção, a fim de construir todo universo de sofrimento e absurdo na vida de um operário.O poeta constrói o poema, palavra por palavra, verso por verso.
 Fonte: Adaptado do livro didático do Seed/PR

Interpretação crítica
1. Você sabe o valor do salário mínimo?

2. Procure informa-se sobre um operário em construção:
a) quanto ganha?
b) quantas horas diárias trabalha?
c) quais os descontos obrigatórios sofre um operário em seu salário?
d) Um operário de construção tem condições de ter uma casa própria?

Texto 2
1. Leia o texto a seguir e conclua-o usando sua imaginação.
Porque despedi minha secretária, de Stanislaw Ponte Preta
            Era meu 45º aniversário e eu não estava lá essas coisas naquela manhã. Dirigi-me à copa para o café, na expectativa de que minha mulher alegre, diria: “Feliz aniversário, querido!” Porém, ela nem ao menos disse bom dia. Pensei: “Essa é a mulher que você merece.” Imaginei que certamente as crianças lembrariam, porém chegaram para o café e não disseram uma palavra.
            Já estava bastante desanimado, mas eu senti um pouco melhor quando entrei no meu escritório e Janete, a secretária disse: “Bom dia chefe, feliz aniversário!” Finalmente alguém havia se lembrado. Trabalhei até o meio dia, quando Janete entrou em minha sala dizendo: “Poderíamos almoçar juntos, só o senhor e eu.” Fomos a um lugar bastante reservado, no campo. Nós divertimos muito e no caminho de volta ela sugeriu: “Chefe, com esse lindo dia, acho que não devemos voltar ao escritório. Vamos até meu apartamento e lá tomaremos um drinque.” Dirigi-me, então, para o escritório dela e enquanto eu saboreava um Martini, ela disse: “Chefe, se não se importa eu vou até seu quarto vestir uma roupa mais confortável.” “Tudo bem.”- respondi. “Fique à vontade.”
Vamos recortar essa parte:
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Decorridos mais ou menos 6 minutos ela saiu do quarto carregando um bolo enorme, seguida pela minha mulher e meus filhos, todos cantando “parabéns a você.” E lá estava eu, sentado na sala, sem nada além das minhas meias.
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2. Leia o texto Preto e Branco, de Fernando Sabino e responda as questões.
texto 3
Preto e Branco
Perdera o emprego, chegara a passar fome, sem que ninguém soubesse: por constrangimento, afastara-se da roda boêmia que antes costumava frequentar escritores, jornalistas, um sambista de cor que vinha a ser o seu mais velho companheiro de noitadas.
De repente, a salvação lhe apareceu na forma de americano, que lhe oferecia emprego numa agência. Agarrou-se com unhas e dentes à oportunidade, vale dizer, ao americano, para garantir a sua função ou uma relativa estabilidade.
E um belo dia, seguindo com o chefe pela Rua México, já distraído de seus passos tropeços, mas tropeçando obstinadamente no inglês com quem se entendia – quando do outro lado da rua viu um preto agitar a mão para ele.
Era o sambista, seu amigo.
Ocorreu-lhe desde logo que ao americano poderia parecer estranha tal amizade, e mais ainda: incompatível com a ética ianque a ser mantidas nas funções que passará a exercer. Lembrou-se num átimo que o americano em geral tem uma coisa muito séria chamada preconceito racial e seu critério de julgamento da capacidade funcional dos subordinados talvez se deixasse influir por essa odiosa deformação. Por via das dúvidas, correspondeu ao cumprimento de seu amigo da maneira mais discreta que lhe foi possível, mas viu um pânico que ele atravessava a rua e vinha em sua direção, sorriso aberto e braços prontos para um abraço.
Pensou rapidamente em se esquivar-se, mas não dava tempo: o americano também se detivera, vendo o preto se aproximar-se. Era seu amigo, velho companheiro, um bom sujeito, dos melhores mesmo que já o conhecera- acaso jamais sequer a se lembrar que se tratava de um preto? Agora, o gringo ali ao seu lado. Todo branco e sardento, é que percebia pela primeira vez: não podia ser mais preto. Sendo assim, tivesse paciência: mais tarde lhe explicava tudo, haveria de compreender. Passar fome era bonito nos romances de Knut Hamsun, lidos depois do jantar, lidos depois do jantar e sem credores à porta. Não teve mais dúvidas: virou a cara quando o outro se aproximou e fingiu que não o via que era com ele.
E não era com ele mesmo.
Por que antes de cumprimentá-lo, talvez ainda sem tê-lo visto, o sambista abriu os braços para acolher o americano – também seu amigo.
Fonte:

A História da Páscoa - contada por crianças

Fonte: http://youtu.be/B6OU0DUvyIs

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Adolescência

      Fonte: http://youtu.be/4AajN8mLrLg
"A Adolescência é um período de intensas atividades e transformações na vida mental do indivíduo, o que, por si só, leva a diversas manifestações de comportamento que podem ser interpretadas por leigos como sendo doença. Assim sendo, muitas das manifestações ditas normais da adolescência podem se confundir com doenças mentais ou comportamentos inadequados."    Fonte: 

Sugestão de pesquisa  para 2º ano do Ensino Médio

Transtornos mentais na adolescência

·         Espectro Obsessivo-Compulsivo 
Vários quadros onde o controle dos impulsos está comprometido.

·         TOC - Transtorno Obsessivo-Compulsivo 
Manias, idéias absurdas que não se consegue evitar, comportamentos compulsivos...

·         Transtorno Dismórfico Corporal (e Muscular) 
Quando a pessoa se vê diferente daquilo que os outros a vêem pode estar havendo um quadro chamdo Dismorfia.

·         Anorexia Nervosa 
Uma das mais freqüentes patologias psíquicas causadas pelo ambiente cultural.

·         Bulimia 
Vomitar depois de comer é um transtono tanto alimentar quanto compulsivo.

·         Vigorexia (e Ortorexia) 
A Síndrome de Adônis é uma espécie de culto ao corpo perfeito.

·         Compulsão Alimentar (Periódica) 
São os "assaltos" noturnos à geladeira nos quais come-se tudo que vê pela frente.

·         A Tirania do Corpo Perfeito
Ser bonito(a) e jovem é o exame admissional para a vida social.

·         Transtornos Emocionais na Escola 
A escola além de um ambiente de aprendizado formal é também a primeira colocação social fora do núcleo familiar.

        


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

livroclipe - Incidente em Antares

Créditos: Trabalho realizado para a aula de Redação, segundo semestre, do Mackenzie. 
Professora Fernanda Mazza.
Grupo: Alessandra Barros, Leonardo Ribeiro e Louise Signard.
 Fonte: http://youtu.be/2BWKgssFJkk
ATIVIDADES
INSTRUÇÃO: A questão de número 01 faz referência a uma passagem do romance Incidente em Antares, de Érico Veríssimo (1905-1975).

Incidente em Antares 
Fez-se um novo silêncio. De fora vinham vozes humanas. De vez em quando se ouvia o zumbido do elevador do hospital. Tombou uma pétala de uma das rosas. Quitéria soltou um suspiro. Zózimo agora parecia adormecido. Tibério pensou em Cleo com uma saudade tátil.
– Neste quarto, Tibé – disse Quitéria – dentro destas quatro paredes o Zózimo e eu temos falado em assuntos em que nunca tínhamos tocado antes. Nossa morte, por exemplo…
– Pois não lhes gabo o gosto – resmungou Tibério.
– Tibé, tens fama de valente. Vives contando bravatas, proezas em revoluções e duelos… patacoadas! No entanto tens medo de pensar na tua morte, tens horror a encarar a realidade. – Tirou os óculos, limpoulhes as lentes com um lencinho, e depois prosseguiu: – Que esperas mais da vida? Os nossos filhos estão criados, não precisam mais de nós. Mais que isso: não
querem saber de nós, de nossas idéias, de nossas manias, de nossa maneira de pensar e viver. Acho que todo homem vê sua cara todas as manhãs no espelho, na hora de se barbear. Que é que o espelho diz? Diz que o tempo passa sem parar. E que essas manchas que a gente tem no rosto (tu, eu, o Zózimo, todos os que chegam à nossa idade), essas manchas pardas são bilhetinhos que a Magra escreve na nossa pele. Eu leio todos os dias esses recados, mas tu, Tibé, tu és analfabeto ou então te fazes de desentendido.

(Érico Veríssimo. Incidente em Antares. 12 ed.
Porto Alegre: Editora Globo. 1974, p.104.)

1) Um dos fatos mais terríveis para os seres humanos é a morte, que por esta razão se torna tema dominante nas artes de todos os tempos. Nas religiões, o tema da morte é também constante, pela busca de uma solução para o problema, por meio da afirmação da existência da alma e de divindades que acolheriam as almas após a morte do corpo.
Partindo deste comentário, releia atentamente o fragmento de Incidente em Antares e estabeleça, interpretando o que diz Quitéria, a diferença entre o modo como ela considera a morte e o modo como, na opinião da própria Quitéria, Tibério reage à idéia da morte.
   
 2) Complete os espaços de acordo com a leitura da obra:
a) A obra narra a turbulência política em que ________________________________ combate o “pai dos pobres”.
b) Durante mais de dez anos ____________________________________ foi a autoridade suprema e inconteste na vila. Até que chegou um certo __________________________________, criador de gado e homem de posses, natural de Uruguaiana.
c) Guerra com o Paraguai: ___________________________________ perdeu um olho, e ___________________________________, a mão esquerda. Após a morte dos pais, estes dois tomaram seus lugares, e a luta entre as famílias tornou-se ainda mais acirrada.

3) Responda:
a) Cite ao menos 3 (três) temas históricos tratados na obra:

b) Cite o nome dos sete defuntos e caracterize-os:

c) Qual deles cortou os pulsos?

d) Quem teve derrame cerebral?

e) Quem morreu vitimado (a) pela tuberculose?

4) De acordo com a leitura do livro acima citado,  julgue as afirmativas, marcando V (caso o item seja verdadeiro) ou F (caso o item seja falso), e justifique os itens errados:
a)      (     ) 1925: Jânio Quadros, deputado federal foi a Antares para restituir a paz entre as famílias. E CONSEGUIU!
b)      (     ) Dr. Cícero revela os casos de adultério de damas insuspeitas.
c)      (     ) Pudim de Cachaça visita seu amigo de bebida Alambique, que demonstra medo.
d)      (     ) Na primeira parte – Incidente, os coveiros, em greve, recusaram-se a enterrar os corpos. Confusão total.
e)      (     ) Em Antares, alguns morrem, como Tibério, outros são promovidos. Em suma, Antares é hoje em dia uma comunidade próspera e feliz.


quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Sermão da Sexagésima , de Pe. Antonio Vieira


Acesseo o link: Sermão da Sexagésima  ou
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000034.pdf

Sugestões de atividades pesquisadas

1. (UFOP) Sobre o Sermão da Sexagésima, de Antônio Vieira, é incorreto dizer que:

a) obedece rigorosamente às regras mais fundamentais da retórica para o púlpito, não descuidando de qualquer detalhe.
b) pode ser definido como “uma profissão de fé oratória”, uma vez que aí ele expõe claramente os princípios de sua arte de pregar.
c) jamais se rende ao cultismo predominante na época, uma vez que o critica de forma precisa e clara.
d) combina de modo bastante feliz as regras clássicas de um discurso pagão aos princípios religiosos da doutrina cristã.
e) utiliza uma parábola do Evangelho de São Mateus como uma metáfora que se desdobra em inúmeras variações.

2. (UFOP) Considerando o texto do Sermão da Sexagésima, de Antônio Vieira, é incorreto afirmar que:

a) é um discurso oratório no qual se percebem com nitidez o exórdio, o desenvolvimento e a peroração.
b) em seu exórdio, o orador é bastante simples, indo diretamente ao tema do sermão sem maiores circunlóquios.
c) em seu desenvolvimento, o sermão apresenta um perfeito equilíbrio entre narração e argumentação.
d) sua argumentação não dispensa procedimentos conceptistas tais como o silogismo, o paradoxo e o exemplo.
e) Vieira se exime de induzir os seus ouvintes, fazendo com que o sermão perca muito de sua eficácia. 
 

Resumo
O Sermão da Sexagésima versa sobre a arte de pregar em suas dez partes. Nele Vieira usa de uma metáfora: pregar é como semear. Traçando paralelos entre a parábola bíblica sobre o semeador que semeou nas pedras, nos espinhos (onde o trigo frutificou e morreu), na estrada (onde não frutificou) e na terra (que deu frutos), Vieira critica o estilo de outros pregadores contemporâneos seus (e que muito bem caberia em políticos atuais), que pregavam mal, sobre vários assuntos ao mesmo tempo (o que resultava em pregar em nenhum), ineficazmente e agradavam aos homens ao invés de pregar servindo a Deus. 

A Falecida de Nelson Rodrigues (Leon.Hirszman.1965).Cinema.Nacional


A Falecida de Nelson Rodrigues (Leon.Hirszman.1965).Cinema.Nacional
A Falecida é um filme brasileiro do gênero drama de 1965, dirigido por Leon Hirszman. 
Baseado na obra homônima de Nelson Rodrigues, o filme tem roteiro de Leon Hirszman e do documentarista Eduardo Coutinho. É o primeiro filme de Fernanda Montenegro.