PAISAGEM

ORAÇÃO DO DIVINO ESPÍRITO SANTO

OH! JESUS MEU ETERNO PAI DO CÉU, DOCE CORAÇÃO DE JESUS, SOIS O ME REFÚGIO, MEU GUIA, MINHA LUZ QUE ILUMINA TODO MEU CAMINHO, ME PROTEJA, ME AJUDE, ME DÊ ÂNIMO, CORAGEM E MUITA CONFIANÇA. FIQUE SEMPRE COMIGO. DAI-ME UMA PAZ QUE BROTA DO MEU CORAÇÃO. DAI-ME A GRAÇA DE CONSEGUIR FAZER ALGO PARA VOS AGRADAR. DAI-ME FORÇA, A DECISÃO E CORAGEM. ENVIE TEU ESPÍRITO SANTO E TUDO SERÁ CRIADO. NÃO DEIXE TARDAR EM VOS AGRADECER. ILUMINE MINHA MENTE QUE DEVO FAZER. AJUDE QUE EU NÃO ME ESQUEÇA DE VOS AGRADECER. JESUS FIQUE SEMPRE COMIGO. DOCE CORAÇÃO DE MARIA, RAINHA DO CÉU E DA TERRA. SEJA NOSSA SALVAÇÃO. AMÉM

Observação: Esta oração foi escrita por minha mãe em seus últimos dias de vida /1993. Saudades!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Sermão da Sexagésima , de Pe. Antonio Vieira


Acesseo o link: Sermão da Sexagésima  ou
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000034.pdf

Sugestões de atividades pesquisadas

1. (UFOP) Sobre o Sermão da Sexagésima, de Antônio Vieira, é incorreto dizer que:

a) obedece rigorosamente às regras mais fundamentais da retórica para o púlpito, não descuidando de qualquer detalhe.
b) pode ser definido como “uma profissão de fé oratória”, uma vez que aí ele expõe claramente os princípios de sua arte de pregar.
c) jamais se rende ao cultismo predominante na época, uma vez que o critica de forma precisa e clara.
d) combina de modo bastante feliz as regras clássicas de um discurso pagão aos princípios religiosos da doutrina cristã.
e) utiliza uma parábola do Evangelho de São Mateus como uma metáfora que se desdobra em inúmeras variações.

2. (UFOP) Considerando o texto do Sermão da Sexagésima, de Antônio Vieira, é incorreto afirmar que:

a) é um discurso oratório no qual se percebem com nitidez o exórdio, o desenvolvimento e a peroração.
b) em seu exórdio, o orador é bastante simples, indo diretamente ao tema do sermão sem maiores circunlóquios.
c) em seu desenvolvimento, o sermão apresenta um perfeito equilíbrio entre narração e argumentação.
d) sua argumentação não dispensa procedimentos conceptistas tais como o silogismo, o paradoxo e o exemplo.
e) Vieira se exime de induzir os seus ouvintes, fazendo com que o sermão perca muito de sua eficácia. 
 

Resumo
O Sermão da Sexagésima versa sobre a arte de pregar em suas dez partes. Nele Vieira usa de uma metáfora: pregar é como semear. Traçando paralelos entre a parábola bíblica sobre o semeador que semeou nas pedras, nos espinhos (onde o trigo frutificou e morreu), na estrada (onde não frutificou) e na terra (que deu frutos), Vieira critica o estilo de outros pregadores contemporâneos seus (e que muito bem caberia em políticos atuais), que pregavam mal, sobre vários assuntos ao mesmo tempo (o que resultava em pregar em nenhum), ineficazmente e agradavam aos homens ao invés de pregar servindo a Deus. 

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