PAISAGEM

ORAÇÃO DO DIVINO ESPÍRITO SANTO

OH! JESUS MEU ETERNO PAI DO CÉU, DOCE CORAÇÃO DE JESUS, SOIS O ME REFÚGIO, MEU GUIA, MINHA LUZ QUE ILUMINA TODO MEU CAMINHO, ME PROTEJA, ME AJUDE, ME DÊ ÂNIMO, CORAGEM E MUITA CONFIANÇA. FIQUE SEMPRE COMIGO. DAI-ME UMA PAZ QUE BROTA DO MEU CORAÇÃO. DAI-ME A GRAÇA DE CONSEGUIR FAZER ALGO PARA VOS AGRADAR. DAI-ME FORÇA, A DECISÃO E CORAGEM. ENVIE TEU ESPÍRITO SANTO E TUDO SERÁ CRIADO. NÃO DEIXE TARDAR EM VOS AGRADECER. ILUMINE MINHA MENTE QUE DEVO FAZER. AJUDE QUE EU NÃO ME ESQUEÇA DE VOS AGRADECER. JESUS FIQUE SEMPRE COMIGO. DOCE CORAÇÃO DE MARIA, RAINHA DO CÉU E DA TERRA. SEJA NOSSA SALVAÇÃO. AMÉM

Observação: Esta oração foi escrita por minha mãe em seus últimos dias de vida /1993. Saudades!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Breve orientações - estrutura de alguns gêneros discursivos

1. Resposta de questão interpretativa/argumentativa
·         Interpretar é reproduzir o conteúdo de um texto, de maneira resumida, parafraseando-o;
·         Argumentar é fundamentar, justificar, validar nossas reflexões.
Atenção: Para começar uma resposta interpretativa ou argumentativa basta responder a questão formulada e nunca “inventando moda”.
Veja o exemplo sugerido pela profa. Lucelene de oliveira do blog indicado abaixo, que diz: “a UEM já perguntou “Por que brincar é um direito da criança?” Ela continua esclarecendo que a “resposta deveria começar: “Brincar é um direito da criança porque...”.
Já, na resposta interpretativa, você pode responder usando trechos do(s) texto(s) de apoio. A professora sugere: “Imagine uma pergunta de uma prova de literatura, quando é preciso interpretar um poema. Você escreve “no trecho “tal” o autor faz uma referência a... porque….” .
Nesse gênero discursivo você não precisa buscar informações adicionais, mas simplesmente usar o que a prova oferece, enquanto que na argumentativa serão usados os argumentos do texto de apoio, inclusive pode-se usar informações extras.

CARTA ARGUMENTATIVA

Por: Cursoderedacao.com
Algumas universidades, como a UEL e a Unicamp, têm cobrado nos exames vestibulares uma modalidade de texto muito interessante: a carta argumentativa.
Ao contrário do que pensam muitos vestibulandos, não há segredo algum na elaboração da carta. Aliás, ela é, segundo alguns, bem mais simples que a dissertação tradicional, haja vista que é um tipo de texto bem próximo à realidade dos alunos, dos quais a maioria certamente já escreveu uma carta a alguém.

Vejamos, então, as principais características da carta cobrada pelos vestibulares:

a) Estrutura dissertativa: costuma-se enquadrar a carta na tipologia dissertativa, uma vez que, como a dissertação tradicional, apresenta a tríade introdução / desenvolvimento / conclusão. Logo, no primeiro parágrafo, você apresentará ao leitor o ponto de vista a ser defendido; nos dois ou três subseqüentes (considerando-se uma carta de 20 a 30 linhas), encadear-se-ão os argumentos que o sustentarão; e, no último, reforçar-se-á a tese (ponto de vista) e/ou apresentar-se-á uma ou mais propostas. Os modelos de introdução, desenvolvimento e conclusão são similares aos que você já aprendeu (e você continua tendo a liberdade de inovar e cultivar o seu próprio estilo!);

b) Argumentação: como a carta não deixa de ser uma espécie de dissertação argumentativa, você deverá selecionar com bastante cuidado e capricho os argumentos que sustentarão a sua tese. É importante convencer o leitor de algo.
Apesar das semelhanças com a dissertação, que você já conhece, é claro que há diferenças importantes entre esses dois tipos de redação. 

Vamos ver as mais importantes:
a) Cabeçalho: na primeira linha da carta, na margem do parágrafo, aparecem o nome da cidade e a data na qual se escreve.

 Exemplo: Londrina, 15 de março de 2003.

b) Vocativo inicial: na linha de baixo, também na margem do parágrafo, há o termo por meio do qual você se dirige ao leitor (geralmente marcado por vírgula). A escolha desse vocativo dependerá muito do leitor e da relação social com ele estabelecida. 

Exemplos: Prezado senhor Fulano, Excelentíssimo senhor presidente Luís Inácio Lula da Silva, Senhor presidente Luís Inácio Lula da Silva, Caro deputado Sicrano, etc.

c) Interlocutor definido: essa é, indubitavelmente, a principal diferença entre a dissertação 
tradicional e a carta. Quando alguém pedia a você que produzisse um texto dissertativo, geralmente não lhe indicava aquele que o leria. Você simplesmente tinha que escrever um texto. Para alguém. Na carta, isso muda: estabelece-se uma comunicação particular entre um eu definido e um você definido. Logo, você terá que ser bastante habilidoso para adaptar a linguagem e a argumentação à realidade desse leitor e ao grau de intimidade estabelecido entre vocês dois. Imagine, por exemplo, uma carta dirigida a um presidente de uma associação de moradores de um bairro carente de determinada cidade. Esse senhor, do qual você não é íntimo, não tem o Ensino Médio completo. Então, a sua linguagem, escritor, deverá ser mais simples do que a utilizada numa carta para um juiz, por exemplo (as palavras podem ser mais simples, mas a Gramática sempre deve ser respeitada...). Os argumentos e informações deverão ser compreensíveis ao leitor, próximos da realidade dele. Mas, da mesma maneira que a competência do interlocutor não pode ser superestimada, não pode, é claro, ser menosprezada. Você deve ter bom senso e equilíbrio para selecionar os argumentos e/ou informações que não sejam óbvios ou incompreensíveis àquele que lerá a carta. 

d) Necessidade de dirigir-se ao leitor: na dissertação tradicional, recomenda-se que você evite dirigir-se diretamente ao leitor por meio de verbos no imperativo (“pense”, “veja”, “imagine”, etc.). Ao escrever uma carta, essa prescrição cai por terra. Você até passa a ter a necessidade de fazer o leitor “aparecer” nas linhas. Se a carta é para ele, é claro que ele deve ser evocado no decorrer do texto. Então, verbos no imperativo – que fazem o leitor perceber que é ele o interlocutor – e vocativos são bem-vindos. Observação: é falha comum entre os alunos-escritores “disfarçar” uma dissertação tradicional de carta argumentativa. Alguns escrevem o cabeçalho, o vocativo inicial, um texto que não evoca em momento algum o leitor e, ao final, a assinatura. Tome cuidado! Na carta, vale reforçar, o leitor “aparece”.

e) Expressão que introduz a assinatura: terminada a carta, é de praxe produzir, na linha de baixo (margem do parágrafo), uma expressão que precede a assinatura do autor. A mais comum é “Atenciosamente”, mas, dependendo da sua criatividade e das suas intenções para com o interlocutor, será possível gerar várias outras expressões, como “De um amigo”, “De um cidadão que votou no senhor”, De alguém que deseja ser atendido”, etc.

f) Assinatura: um texto pessoal, como é a carta, deve ser assinado pelo autor. Nos vestibulares, porém, costuma-se solicitar ao aluno que não escreva o próprio nome por extenso. Na Unicamp, por exemplo, ele deve escrever a inicial do nome e dos sobrenomes (J. A. P. para João Alves Pereira, por exemplo). Na UEL, somente a inicial do prenome deve aparecer (J. para o nome supracitado). Essa postura adotada pelas universidades é importante para que se garanta a imparcialidade dos corretores na avaliação das redações.(grifo meu)  Apoio aos alunos que farão o pas-uem. Leia as informações completa no site 
abaixo.


Fonte: http://www.mundovestibular.com.br/articles/4486/1/CARTA-ARGUMENTATIVA/Paacutegina1.html


GÊNERO TEXTUAL 1 – RESPOSTA INTERPRETATIVA/ARGUMENTATIVA
REDAÇÃO
Leia atentamente, desde o título até o final, o texto que vem a seguir.
“O que é escrita?”
“... na atualidade, a escrita faz parte de nossa vida, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, lista de compras, etc, etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, etc., etc.).
Que a escrita é onipresente em nossa vida, já o sabemos. Mas, afinal, ‘o que é escrita?’
(...) há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco.
Apesar da complexidade que envolve a questão, não é raro, quer na sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições, tais como: ‘escrita é inspiração’; ‘escrita é uma atividade para poucos privilegiados (aqueles que nascem com dom e se transformam em escritores renomados)’; ‘escrita é expressão do pensamento’ no papel ou em outro suporte; ‘escrita é domínio de regras da língua’; ‘escrita é trabalho’ (...) no qual o sujeito tem algo a dizer e o faz em relação a um outro (o seu interlocutor/leitor) com um certo propósito.
Nessa concepção interacional (dialógica) da língua, tanto aquele que escreve como aquele para quem se escreve são (...) sujeitos (...) que (...) se constroem e são construídos no texto.
Assim é que, por exemplo, dependendo do gênero textual a ser produzido, do assunto a ser tratado, de quem seja o interlocutor, dos lugares em que se situam como interlocutores (escrever para um chefe, para um professor, para um amigo, para um namorado), dos conhecimentos pressupostamente compartilhados, do maior ou menor grau de intimidade, familiaridade existente entre esses interlocutores, a escrita pode se constituir mais formalmente ou mais informalmente.”
(Texto adaptado de KOCH, Ingedore V. & ELIAS, Vanda M. Escrita e interação. In: Ler e escrever – estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto, 2009. p.31-36).
GÊNERO TEXTUAL 1 – RESPOSTA INTERPRETATIVA/ARGUMENTATIVA
Com base no que as autoras, Koch e Elias, apresentam no texto adaptado “O que é escrita?”, responda, com suas palavras e com argumentos que justifiquem a sua interpretação, a pergunta: O QUE É ESCRITA?
Atenção! A resposta deve ser organizada de forma que, quem a ler, não precise da pergunta para compreendê-la. (UEM/CVU – PAS/2009 1.ª Etapa Caderno de Questões)
 Fonte: http://www.pas.uem.br/provas2009/PASUEM2009G1.pdf

2. Relato:
Relatar é representar pelo discurso suas experiências vividas, situadas no tempo.
 Leia este roteiro como sugestão:
1. Qual título você daria a sua experiência?
2. Por que é importante compartilhar tal experiência?
3. O que motivou essa experiência?
4. O que aconteceu? Quais os problemas encontrados? Quais as oportunidades?
5. O que aconteceu de diferente do esperado? Por quê? Como vocês lidaram com isso?
6. O que mudou depois da implantação desse projeto/plano?
Obs.: convém colocar título (Relato de...).

3. Resumo
"Um resumo é fundamentalmente um tipo de texto que busca aferir compreensão de leitura, seleção dos principais argumentos do texto-base, domínio de escrita e boa organização textual.”
"a. no resumo, interessa apenas o que está no texto lido. Não faça comentários pessoais;
b. não se trata de uma cópia de sentenças avulsas do texto original. Leia o texto, extraia as informações e os argumentos básicos apre­sentados e os apresente com suas próprias palavras. Como você dispõe de apenas 10 linhas, limite-se às informações essenciais;
c. seu texto deverá ser discursivo, isto é, não faça simplesmente uma sequência de itens avulsos.(UFPR)"
Obs.: NÃO se coloca título em resumo.
4. Bilhete
A partir da situação comunicativa apresentada, produza um BILHETE, considerando:
a) o assunto – onde você foi e por que fez isso, antes de o seu chefe chegar ao local de trabalho;
b) o seu interlocutor – você vai se comunicar com o seu chefe;
c) os conhecimentos que seu chefe tem sobre o que você foi fazer fora do seu local de trabalho, no horário do expediente. Não se esqueça de que o seu chefe deve saber porque a tarefa não poderia ser realizada em outro dia nem em outro horário;
d) o grau de intimidade entre você e seu interlocutor – seu chefe, a quem você é subordinado. Qual o tratamento que você dispensa a ele;
e) a linguagem – numa situação como a apresentada, ela precisa ser formal? Pode ser informal?
f) a escrita, independentemente de ser formal ou informal, deve obedecer às regras gramaticais;
g) a comunicação tem que ser rápida e objetiva, pois você deve escrever um BILHETE, gênero textual cujo objetivo é informar o seu interlocutor, que, no caso, é o seu chefe. Por isso, o seu BILHETE deve ser escrito com o mínimo de 20 (vinte) e o máximo de 35 (trinta e cinco) palavras, levando em conta todas elas, independentemente da classe ou da categoria;
h) assine o BILHETE com o nome JOÃO. 
Fonte: UEM/CVU – PAS/2009 1.ª Etapa GABARITO 1 Caderno de Questões 4

 6. NOTÍCIA:
A notícia informa fatos de maneira objetiva apontando as razões e efeitos. Ela exige alguns elementos fundamentais:
a) MANCHETE: Para chamar a atenção dos leitores observe algumas características:
- um verbo para indicar o acontecimento (de preferência no passado, mas se o fato ainda não ocorreu você pode usá-lo no futuro).
- o local em que o acontecimento ou se desenvolveu;
- o momento do fato.
Exemplo: Dona de casa ronca no consultório do dentista à meia-noite.

b) LEAD: No primeiro parágrafo deverá conter as informações básicas sobre o fato noticiado. Nele, os verbos no pretérito perfeito – de modo a indicar um fato que se concluiu, se o noticiado já ocorreu – ou verbos no futuro – se a notícia anuncia um fato que irá acontecer. O lead nunca se inicia pelo verbo.
Veja as sugestões de perguntas: (O quê? Com quem? Quando? Onde? Quando?).

O FATO noticiado é, então, essencial na produção das notícias jornalísticas. Nelas, comunicam-se apenas fatos importantes, que podem interessar a muitas pessoas.
Por tanto, fatos corriqueiros não servem para a constituição das notícias de jornal, pois não chamam a atenção de grandes grupos de leitores.

7. Reportagem:
A reportagem faz investigações, tece comentários, levanta questões, discute, argumenta. Ela é dividida em três partes: manchete, lead e corpo.
Vejamos suas características:
a) informa de modo mais aprofundado fatos que interessam ao público a que se destina o jornal ou revista, acrescentando opiniões e diferentes versões, de preferência comprovadas;
2. costuma estabelecer conexões entre o fato central, normalmente enunciado no lead, e fatos paralelos, por meio de citações, trechos de entrevistas, boxes informativos, dados estatísticos, fotografias, etc.;
3. pode ter um caráter opinativo, questionando as causas e os efeitos dos fatos, interpretando-os, orientando os leitores;
4. contém predomínio da função referencial da linguagem;
5. é escrita em linguagem impessoal, objetiva, direta, de acordo com o padrão culto da língua.
Obs.: Fiz algumas adaptações nos textos para aguçar o interese do leitor. Os sites abaixo apresentam as informações na íntegra.
Fonte:




4 comentários:

  1. “Educar é impregnar de sentido o que fazemos a cada instante!”
    Paulo Freire

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  2. Eu estava observando a prova do PAS-UEM 2009, etapa 1, e lá é pedido a produção de uma resposta argumentativa/interpretativa, em relação a pergunta: "O que é escrita?"

    Porém, a UEM não específica se a resposta deve ser argumentativa, ou se deve ser interpretativa. Olhe o enunciado:

    "Com base no que as autoras, Koch e Elias, apresentam no texto adaptado “O que é escrita?”, responda, com suas palavras e com argumentos que justifiquem a sua interpretação, a pergunta: O QUE É ESCRITA?"

    Será que eu devo responder com uma resposta interpretativa e usar argumentos do próprio texto para justificar minha interpretação?

    Vou fazer o PAS no final desse ano e gostaria de sua ajuda quanto essa questão. Desde já agradeço.

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  3. Olá Luiz Henrique!
    Primeiramente obrigada! Sugiro a leitura da estrutura GÊNERO TEXTUAL: RESPOSTA INTERPRETATIVA/ARGUMENTATIVA.
    Também observe que: "Nesse gênero discursivo você não precisa buscar informações adicionais, mas simplesmente usar o que a prova oferece, enquanto que na argumentativa serão usados os argumentos do texto de apoio, inclusive pode-se usar informações extras."
    Portanto, você deve seguir a estrutura do gênero, que é carta interpretativa/
    argumentativa.
    Há mais informações no link: http://gmmmz.blogspot.com.br/2011/02/carta-argumentativa.html
    Se acaso, continuar em dúvidas, envie um e-mail que amanhã terei mais tempo de ajudá-lo.
    Abraços!
    Geisa

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  4. Olá Luis Henrique!
    Tudo bem? Eu lhe enviei um e-mail com a resposta solicitada. Espero ter ajudado!
    Abraços!
    Profa. Geisa

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Olá pessoal!
Agradeço seu comentário.
Volte sempre! Geisa