PAISAGEM

ORAÇÃO DO DIVINO ESPÍRITO SANTO

OH! JESUS MEU ETERNO PAI DO CÉU, DOCE CORAÇÃO DE JESUS, SOIS O ME REFÚGIO, MEU GUIA, MINHA LUZ QUE ILUMINA TODO MEU CAMINHO, ME PROTEJA, ME AJUDE, ME DÊ ÂNIMO, CORAGEM E MUITA CONFIANÇA. FIQUE SEMPRE COMIGO. DAI-ME UMA PAZ QUE BROTA DO MEU CORAÇÃO. DAI-ME A GRAÇA DE CONSEGUIR FAZER ALGO PARA VOS AGRADAR. DAI-ME FORÇA, A DECISÃO E CORAGEM. ENVIE TEU ESPÍRITO SANTO E TUDO SERÁ CRIADO. NÃO DEIXE TARDAR EM VOS AGRADECER. ILUMINE MINHA MENTE QUE DEVO FAZER. AJUDE QUE EU NÃO ME ESQUEÇA DE VOS AGRADECER. JESUS FIQUE SEMPRE COMIGO. DOCE CORAÇÃO DE MARIA, RAINHA DO CÉU E DA TERRA. SEJA NOSSA SALVAÇÃO. AMÉM

Observação: Esta oração foi escrita por minha mãe em seus últimos dias de vida /1993. Saudades!

terça-feira, 20 de março de 2012

Textos Descritivos Literários

 Na descrição literária predomina o aspecto subjetivo, com ênfase no conjunto de associações conotativas que podem ser exploradas a partir de descrições de pessoas; cenários, paisagens, espaço; ambientes; situações e coisas. Vale lembrar que textos de base descritiva também podem ocorrer tanto em prosa quanto em verso.


Descrição de pessoas
A descrição de personagem pode ser feita em primeira ou terceira pessoa. No primeiro caso, fica claro que o personagem faz parte da história; no segundo, a descrição é feita pelo narrador, que, ele próprio, pode fazer ou não parte da história.

Texto 4 - Retrato de Mônica

Mônica é uma pessoa tão extraordinária que consegue simultaneamente: ser boa mãe de família, ser chiquíssima, ser dirigente da "Liga Internacional das Mulheres Inúteis", ajudar o marido nos negócios, fazer ginástica todas as manhãs, ser pontual, ter imensos amigos, dar muitos jantares, ir a muitos jantares, não fumar, não envelhecer, gostar de toda gente, toda gente gostar dela, colecionar colheres do século XVII, jogar golfe, deitar-se tarde, levantar-se cedo, comer iogurte, fazer ioga, gostar de pintura abstrata, ser sócia de todas as sociedades musicais, estar sempre divertida, ser um belo exemplo de virtudes, ter muito sucesso e ser muito séria.
Tenho conhecido na vida muitas pessoas parecidas com a Mônica. Mas são só a sua caricatura. Esquecem-se sempre da ioga ou da pintura abstrata.
Por trás de tudo isto há um trabalho severo e sem tréguas e uma disciplina rigorosa e contente. Pode-se dizer que Mônica trabalha de sol a sol.
De fato, para conquistar todo o sucesso e todos os gloriosos bens que possui, Mônica teve de renunciar a três coisas: à poesia, ao amor e à santidade.
(Sonia de Mello Breyner Andersen)


Texto 5 - A Moreninha
D. Quinquina (como a chamam suas amigas) conversa sofrível e sentimentalmente: é meiga, terna, pudibunda, e mostra ser muito modesta. Seu moral é belo e lânguido como seu rosto; um apurado observador, por mais que contra ela se dispusesse, não passaria de classificá-la entre as sonsas. D. Clementina pertencia, decididamente, a outro gênero: o que ela é lhe estão dizendo dois olhos vivos e perspicazes e um sorriso que lhe está tão assíduo nos lábios como o copo de vinho nos do alemão. D. Clementina é um epigrama interminável; não poupa a melhor de suas camaradas: sua vivacidade e espírito se empregam em descobrir e patentear nas outras as melhores brechas, para abatê-las na opinião dos homens com quem pratica.
(Joaquim Manuel de Macedo)


Texto 6 - Manuel Pescada
Manuel Pedro da Silva, mais conhecido por Manuel Pescada, era um português de uns cinqüenta anos, forte, vermelho e trabalhador. Diziam-no atilado para o comércio e amigo do Brasil. Gostava da sua leitura nas horas de descanso, assinava respeitosamente os jornais sérios da província e recebia alguns de Lisboa. Em pequeno, meteram-lhe na cabeça vário trechos de Camões e não lhe esconderam de todo o nome de outro poetas. Prezava com fanatismo o marquês de Pombal, de quem sabia muitas anedotas, e tinha uma assinatura no Gabinete Português, a qual lhe aproveitava menos a ele que a filha, que era perdida por romances.
(Aluísio de Azevedo, O Mulato)


Texto 7 - Calisto Elói
Calisto Elói, naquele tempo, orçava por quarenta e quatro anos. Não era desajeitado de sua pessoa. Tinha poucas carnes e compleição, como dizem, afidalgada. A sensível e dissimétrica saliência do abdômen devia-se ao uso destemperado da carne de porcos e outros alimentos intumescentes. Pés e mãos justificavam a raça qua as gerações vieram adelgaçando de carnes. Tinha o nariz algum tanto estragado das invasões do rapé e torceduras do lenço de algodão vermelho. A dilatação das ventas e o escarlate das cartilagens não eram assim mesmo coisa de repulsão.
(Camilo Castelo Branco, A queda dum anjo)


Texto 8 - O Dias
O Dias, que completava o pessoal da casa de Manuel Pescada, era um tipo fechado como um ovo, um ovo choco que mal denunciava na casca a podridão interior. Todavia, nas cores biliosas do rosto, do desprezo do próprio corpo, na taciturnidade paciente aquela exagerada economia, adivinhava-se-lhe uma idéia fixa, um alvo para o qual caminhava. Não desdenhava quaisquer meios para chegar mais depressa aos fins; aceitava, sem examinar, qualquer caminho, desde que lhe parecesse mais curto; tudo servia, tudo era bom, contanto que o levasse mais rapidamente ao ponto desejado: enriquecer.
(Aluísio de Azevedo, O Mulato)


Texto 9 - Descrição de grupos de personagens
A descrição abaixo, bastante rica e sugestiva, fala de um grupo de pessoas, as baianas, mais precisamente, de seu traje.
As chamadas baianas não usavam vestidos; traziam somente umas poucas saias presas à cintura, e que chegavam pouco abaixo do meio da perna, todas elas ornadas de magníficas rendas; da cintura para cima traziam uma finíssima camisa, cuja gola e manga eram também ornadas de renda; ao pescoço punham um cordão de ouro, um colar de corais, os mais pobres eram de miçangas; ornavam a cabeça com uma espécie e turbante a que davam o nome de trunfas, formado por um grande laço branco muito teso e engomado; calçavam uma chinelas de salto alto e tão pequenas que apenas continham os dedos dos pés, ficando de fora todo o calcanhar; e, além de tudo isto, envolviam-se graciosamente em uma capa de pano preto, deixando de fora os braços ornados de argolas de metal simulando pulseiras.
(Manuel Antonio de Almeida, Memórias de um Sargento de Milícias)

Comentário sobre a descrição de pessoas
A descrição de pessoas pode ser feita a partir das características físicas, com predomínio da objetividade, ou das características psicológicas, com predomínio da subjetividade. Muitas vezes, o autor, propositadamente, faz uma caricatura do personagem, acentuando seus traços físicos ou comportamentais.
Os personagens podem ser apresentados diretamente, isto é, em um determinado momento da história, e neste caso a narrativa é momentaneamente interrompida. Podem, por outro lado, ser apresentados indiretamente, por meio de dados, como comportamentos, traços físicos, opiniões, que vão sendo indicados passo a passo, ao longo da narrativa.

Texto 10 - Retrato (Cecília Meireles)
Eu não tinha esse rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
- Em que espelho ficou perdida
a minha face?
(Cecília Meireles)
O poema de Cecília Meireles, abaixo transcrito, é exemplo de descrição em verso, em primeira pessoa. Nele, a autora fala do seu estado de espírito, da sua opinião sobre si mesma. No texto, predomina a linguagem conotativa e o enfoque é subjetivo.

Descrição de cenários / de paisagens / de espaço
Texto 11 - Passagens do romance "Terras do Sem Fim" (Jorge Amado)
A sombra das roças é macia e doce, é como uma carícia. Os cacaueiros se fecham em folhas grandes que o sol amarelece. Os galhos se procuram e se abraçam no ar, parecem uma árvore subindo e descendo o morro, a sombra de topázio se sucedendo por centenas e centenas de metros.
Tudo nas roças de cacau é em tonalidades amarelas, onde, por vezes, o verde rebenta violento. De um amarelo aloirado são as minúsculas formigas pixixicas que cobrem as folhas dos cacaueiros e destroem a praga que ameaça o fruto. De um amarelo desmaiado se vestem as flores e as folhas novas que o sol pontilha de amarelo queimado. Amarelos são os frutos precoces que pecaram ao calor demasiado. Os frutos maduros lembram lâmpadas de oiro das catedrais antigas, fulgem com um brilho resplandecente aos raios do sol, que penetram a sombra das roças. Uma cobra amarela - uma papa-pinto - acalenta o sol na picada aberta pelos pés dos lavradores. E até a terra, barro que o verão transformou em poeira, tem um vago tom amarelo, que se prende e colore as pernas nuas dos negros e dos mulatos que trabalham na poda dos cacaueiros. Dos cocos maduros se derrama uma luz doirada e incerta que ilumina suavemente pequenos ângulos das roças.
Da mata vinham trinados de pássaros nas madrugadas de sol. Voavam sobre as árvores as andorinhas de verão. E os bandos de macacos corriam numa doida correria de galho, morro abaixo, morro acima. Piavam os corujões para a lua amarela nas noites calmas. Cobras de inúmeras espécies deslizavam entre as folhas secas, sem fazer ruídos, onças miavam seu espantoso miado nas noites do cio.

Texto 12 - Trecho do romance Clara dos Anjos (Lima Barreto)
A rua em que estava situada sua casa desenvolvia-se no plano e, quando chovia, encharcava e ficava que nem um pântano; entretanto, era povoada e se fazia caminho obrigatório das margens da central para a longínqua e habitada freguesia de Inhaúma. Carroções, carros, autocaminhões que, quase diariamente, andam por aquelas bandas a suprir os retalhistas de gêneros que os atacadistas lhes fornecem, percorriam-na do começo ao fim, indicando que tal via pública devia merecer mais atenção da edilidade.

Texto 13 - Trecho de Ópera dos mortos, de Autran Dourado
O senhor querendo ver, primeiro veja:
Ali naquela casa de muitas janelas de bandeiras coloridas vivia Rosalina. Casa de gente de casta, segundo eles antigamente. Ainda conserva a imponência e o porte senhorial, o ar solarengo que o tempo de todo não comeu. As cores da janela e da porta estão lavadas de velhas, o reboco, caído em alguns trechos como grandes placas de ferida, mostra mesmo as pedras e os tijolos e as taipas, de sua carne e ossos, feitos para durar toda a vida; vidros quebrados nas vidraças, resultado do ataque da meninada nos dias de reinação, quando vinham provocar Rosalina (não de propósito e ruindade, mas sem-que-fazer de menino), escondida detrás das cortinas e reposteiros; nos peitoris das sacadas de ferro rendilhados formando flores estilizadas, setas, volutas, esses e gregas, falta muito das pinhas de cristal facetado cor de vinho que arrematavam nas cantoneiras a leveza daqueles balcões.
Um recuo no tempo pode se tentar. Veja a casa como era e não como é ou foi agora. Ponha tento na construção, pense no barroco e nas suas mudança, na feição do sobrado, na sua aparência inteira, apartada, suspensa (não, oh tempo, páre as suas engrenagens e areias, deixe a casa como é, foi ou era, só pra gente ver, a gente carece de ver; impossível com a sua mediação destruidora, que cimenta, castradora); esqueça por um momento os sinais, os avisos surdos das ruínas, dos desastres, do destino.

Texto 14- Trecho de Corações mordidos, de Edla van Steen
Talvez devesse começar pelo cenário. O nome do lugar: Aldeia dos Sinos. Soa meio precioso, mas tem sua razão de ser. Olhando-se por cima, a aldeia é uma imensa área verde, cortada ao meio pela avenida asfaltada. Do lado direito, aparece o esqueleto da igreja, as ruínas de um prédio de quatro andares e a rua das Palmeiras; as ruas que existiam originalmente foram desaparecendo, por falta de conservação. O mato cobriu todas. Ainda se pode ver alguma, mas rabulenta capenga em um ou outro mourão de eucalipto: ruas das Mangueiras, das Araucárias, dos Coqueiros. Do lado esquerdo da avenida, um lago. E o cemitério, que é muito bonito. Em vez de túmulos, em cada lote, delimitado por plantas, vê-se apenas uma placa de concreto, com o nome do morto. Só tem uma construção vertical onde estão instalados os velórios e a administração.

Texto 15 - Cidadezinha qualquer (Carlos Drummond de Andrade)
Casas entre bananeiras,
mulheres entre laranjeiras
pomar amor cantar.

Um homem vai devagar
Um cachorro vai devagar
Um burro vai devagar

Devagar...as janelas se olham

Eta vida besta, meu Deus.
Texto 16 - Cidadezinha cheia de graça (Mario Quintana)
Cidadezinha cheia de graça...
Tão pequenina que até causa dó!
Com seus burricos a pastar na praça...

Sua igrejinha de uma torre só!
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Cidadezinha tão pequenina
Que toda cabe num olhar...

Comentários sobre descrição de cenários/ de paisagens/ de espaço
Nestas descrições, em que o exterior é focalizado, o autor põe o leitor em contacto com o local em que têm lugar os acontecimentos, os fatos. Dependendo de sua intenção, o autor pode se colocar em íntimo contacto com a natureza, por meio de uma linguagem cheia de afetividade, ou pode se limitar a transmitir os traços que compõem o cenário. A descrição será, então, mais viva e pessoal, ou mais apressada e menos detalhada.
Os textos descritivos variam de acordo com as épocas em que foram produzidos, e isto é notado a partir dos recursos utilizados pelo autor. Os românticos, por exemplo, fazem um amplo uso de aspectos sonoros, visuais, recorrem aos pormenores, enquanto os realistas se equilibram mais entre a observação e a análise.

Descrição de ambientes
Texto 17 - Luz (Francisco Alvim)
Em cima da cômoda
uma lata, dois jarros, alguns objetos
entre eles antigas estampas
Na mesa duas toalhas dobradas
uma verde, outra azul
um lençol também dobrado livros chaveiro
Sob o braço esquerdo
um caderno de capa preta
Em frente uma cama
cuja cabeceira abriu-se numa grande fenda
Na parede alguns quadros
Um relógio, um copo.
Texto 18 - Trecho de "A relíquia" (Eça de Queiroz)
"Estávamos sobre a pedra do Calvário.
Em torno, a capela que a abriga, resplandecia com um luxo sensual e pagão. No teto azul-ferrete brilhavam sóis de prata, signos do zodíaco, estrelas, asas de anjos, flores de púrpura; e, dentre este fausto sideral, pendiam de correntes de pérolas os velhos símbolos da fecundidade, os ovos de avestruz, ovos sacros de Astarté e Baco de ouro. [...] Globos espelhados, pousando sobre peanhas de ébano, refletiam as jóias dos retábulos, a refulgência das paredes revestidas de jaspe, de nácar e de ágata. E no chão, em meio deste clarão, precioso de pedraria e luz, emergindo dentre as lajes de mármore branco, destacava um bocado de rocha bruta e brava, com uma fenda alargada e polida por longos séculos de beijos e afagos beatos."
 
Comentário sobre os textos 17 e 18
Os dois textos acima descrevem um ambiente, mas, enquanto no primeiro, predomina o caráter subjetivo, no segundo, destaca-se o caráter objetivo. A preferência por um ou outro aspecto vai depender das intenções do autor. No primeiro, o cenário do quarto é desvendado por meio da enumeração dos objetos, sem entrar em maiores detalhes. Nesta descrição, o ambiente é muito mais sugerido que descrito de fato.
No segundo texto, a capela é reproduzida em detalhes, de maneira objetiva. Características bastante claras, como "paredes revestidas de jaspe, de nácar e de ágata" revelam um ambiente definido, em que predomina a precisão dos seus componentes.

Texto 19 - trecho de conversa informal (entrevista)
"Bom, o meu quarto é uma maravilha. No meu quarto tem um banheiro dentro, o que eu acho maravilhoso, um banheiro dentro muito bonitinho. O quarto também é todo acarpetado, como é acarpetada a sala, o corredor, o resto do apartamento. Tem um armário enorme também, com as portas em madeira, as portas são todas trabalhadas em madeira talhada, beleza, bonitinho. Também deixaram as cortinas que são muito bonitas, de tafetá, cor coral, a colcha da cama combina com a cortina ..." [Corpus do Projeto NURC/RJ - UFRJ- Mulher, 30 anos - Tema: Casa]

Comentário sobre o texto 19
Neste trecho da entrevista, a informante descreve o quarto de dormir, nomeando as peças que compõem o ambiente e fornecendo detalhes (cortinas de tafetá, cor coral, colcha combinada com a cortina) que ajudam o ouvinte/leitor a imaginar esse cômodo da casa. Por meio de adjetivos, como bonitinho, bonitas, maravilhoso, demonstra sua afetividade pelo quarto.

Descrição de situações/coisas
Texto 20 - Trecho da carta de Pero de Magalhães Gandavo
Outra fruta há nesta terra muito melhor, e mais prezada dos moradores de todas, que se cria em uma planta humilde junto do chão: a qual planta tem umas pencas como de erva babosa. A esta fruta chamam ananases, e nascem como alcachofras, os quais parecem naturalmente pinhas, e são do mesmo tamanho, e algumas maiores. Depois que são maduros, têm um cheiro mui suave e comem-se aparados feitos em talhas. São tão saborosos que a juízo de todos não há fruta neste Reino que no gosto lhes faça vantagem.

Texto 21 - Preparação para a morte (Manuel Bandeira)
 
A vida é um milagre
Cada flor,
Com sua forma, sua cor, seu aroma,
Cada flor é um milagre.
Cada pássaro,
Com sua plumagem, seu vôo, seu canto,
Cada pássaro é um milagre.
O espaço, infinito,
O espaço é um milagre.
O tempo, infinito,
O tempo é um milagre.
A memória é um milagre.
A consciência é um milagre.
Tudo é milagre.
Tudo, menos a morte.
- Bendita seja a morte, que é o fim de todos os milagres.
Fonte: http://acd.ufrj.br/~pead/tema07/literarios.html

2 comentários:

  1. Geisa, amei os exemplos que você utilizou para ilustrar os mais variados tipos de descrição. Um abraço, Aline

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  2. Olá Aline!
    Obrigada pelo depoimento! Realmente o site de referência abaixo da pesquisa é muito útil e esclarecedor tanto para nós professoras/es tão quanto para nossos alunos/as. Volte sempre!
    Um grande abraço! Geisa

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Olá pessoal!
Agradeço seu comentário.
Volte sempre! Geisa