PAISAGEM

ORAÇÃO DO DIVINO ESPÍRITO SANTO

OH! JESUS MEU ETERNO PAI DO CÉU, DOCE CORAÇÃO DE JESUS, SOIS O ME REFÚGIO, MEU GUIA, MINHA LUZ QUE ILUMINA TODO MEU CAMINHO, ME PROTEJA, ME AJUDE, ME DÊ ÂNIMO, CORAGEM E MUITA CONFIANÇA. FIQUE SEMPRE COMIGO. DAI-ME UMA PAZ QUE BROTA DO MEU CORAÇÃO. DAI-ME A GRAÇA DE CONSEGUIR FAZER ALGO PARA VOS AGRADAR. DAI-ME FORÇA, A DECISÃO E CORAGEM. ENVIE TEU ESPÍRITO SANTO E TUDO SERÁ CRIADO. NÃO DEIXE TARDAR EM VOS AGRADECER. ILUMINE MINHA MENTE QUE DEVO FAZER. AJUDE QUE EU NÃO ME ESQUEÇA DE VOS AGRADECER. JESUS FIQUE SEMPRE COMIGO. DOCE CORAÇÃO DE MARIA, RAINHA DO CÉU E DA TERRA. SEJA NOSSA SALVAÇÃO. AMÉM

Observação: Esta oração foi escrita por minha mãe em seus últimos dias de vida /1993. Saudades!

sábado, 26 de março de 2011

Figuras de Linguagem - Brasil Escola

Figuras de Linguagem (informações ao1º ano do ensino médio)

São recursos que tornam mais expressivas as mensagens. Subdividem-se em figuras de som, figuras de construção, figuras de pensamento e figuras de palavras. 



Figuras de som 
a) aliteração: consiste na repetição ordenada de mesmos sons consonantais. 
“Esperando, parada, pregada na pedra do porto.” 

b) assonância: consiste na repetição ordenada de sons vocálicos idênticos. 
“Sou um mulato nato no sentido lato 
mulato democrático do litoral.” 

c) paronomásia: consiste na aproximação de palavras de sons parecidos, mas de significados distintos. 
“Eu que passo, penso e peço.” 

Figuras de construção 

a) elipse: consiste na omissão de um termo facilmente identificável pelo contexto. 
“Na sala, apenas quatro ou cinco convidados.” (omissão de havia) 

b) zeugma: consiste na elipse de um termo que já apareceu antes. 
Ele prefere cinema; eu, teatro. (omissão de prefiro) 

c) polissíndeto: consiste na repetição de conectivos ligando termos da oração ou elementos do período. 
“ E sob as ondas ritmadas 
e sob as nuvens e os ventos 
e sob as pontes e sob o sarcasmo 
e sob a gosma e sob o vômito (...)” 

d) inversão: consiste na mudança da ordem natural dos termos na frase. 
“De tudo ficou um pouco. 
Do meu medo. Do teu asco.” 

e) silepse: consiste na concordância não com o que vem expresso, mas com o que se subentende, com o que está implícito. A silepse pode ser: 

• De gênero 
Vossa Excelência está preocupado. 

• De número 
Os Lusíadas glorificou nossa literatura. 

• De pessoa 
“O que me parece inexplicável é que os brasileiros persistamos em comer essa coisinha verde e mole que se derrete na boca.” 

f) anacoluto: consiste em deixar um termo solto na frase. Normalmente, isso ocorre porque se inicia uma determinada construção sintática e depois se opta por outra. 
A vida, não sei realmente se ela vale alguma coisa. 

g) pleonasmo: consiste numa redundância cuja finalidade é reforçar a mensagem. 
“E rir meu riso e derramar meu pranto.” 

h) anáfora: consiste na repetição de uma mesma palavra no início de versos ou frases. 
“ Amor é um fogo que arde sem se ver; 
É ferida que dói e não se sente; 
É um contentamento descontente; 
É dor que desatina sem doer” 

Figuras de pensamento 

a) antítese: consiste na aproximação de termos contrários, de palavras que se opõem pelo sentido. 
“Os jardins têm vida e morte.” 

b) ironia: é a figura que apresenta um termo em sentido oposto ao usual, obtendo-se, com isso, efeito crítico ou humorístico. 
“A excelente Dona Inácia era mestra na arte de judiar de crianças.” 

c) eufemismo: consiste em substituir uma expressão por outra menos brusca; em síntese, procura-se suavizar alguma afirmação desagradável. 
Ele enriqueceu por meios ilícitos. (em vez de ele roubou) 

d) hipérbole: trata-se de exagerar uma idéia com finalidade enfática. 
Estou morrendo de sede. (em vez de estou com muita sede) 

e) prosopopéia ou personificação: consiste em atribuir a seres inanimados predicativos que são próprios de seres animados. 
O jardim olhava as crianças sem dizer nada. 

f) gradação ou clímax: é a apresentação de idéias em progressão ascendente (clímax) ou descendente (anticlímax) 
“Um coração chagado de desejos 
Latejando, batendo, restrugindo.” 

g) apóstrofe: consiste na interpelação enfática a alguém (ou alguma coisa personificada). 
“Senhor Deus dos desgraçados! 
Dizei-me vós, Senhor Deus!” 

Figuras de palavras 

a) metáfora: consiste em empregar um termo com significado diferente do habitual, com base numa relação de similaridade entre o sentido próprio e o sentido figurado. A metáfora implica, pois, uma comparação em que o conectivo comparativo fica subentendido. 
“Meu pensamento é um rio subterrâneo.” 

b) metonímia: como a metáfora, consiste numa transposição de significado, ou seja, uma palavra que usualmente significa uma coisa passa a ser usada com outro significado. Todavia, a transposição de significados não é mais feita com base em traços de semelhança, como na metáfora. A metonímia explora sempre alguma relação lógica entre os termos. Observe: 
Não tinha teto em que se abrigasse. (teto em lugar de casa) 

c) catacrese: ocorre quando, por falta de um termo específico para designar um conceito, torna-se outro por empréstimo. Entretanto, devido ao uso contínuo, não mais se percebe que ele está sendo empregado em sentido figurado. 
O pé da mesa estava quebrado. 

d) antonomásia ou perífrase: consiste em substituir um nome por uma expressão que o identifique com facilidade: 
...os quatro rapazes de Liverpool (em vez de os Beatles) 

e) sinestesia: trata-se de mesclar, numa expressão, sensações percebidas por diferentes órgãos do sentido. 
A luz crua da madrugada invadia meu quarto. 

Vícios de linguagem 

A gramática é um conjunto de regras que estabelece um determinado uso da língua, denominado norma culta ou língua padrão. Acontece que as normas estabelecidas pela gramática normativa nem sempre são obedecidas, em se tratando da linguagem escrita.  O ato de desviar-se da norma padrão no intuito de alcançar uma maior expressividade, refere-se às figuras de linguagem. Quando o desvio se dá pelo não conhecimento da norma culta, temos os chamados vícios de linguagem. 

a) barbarismo: consiste em grafar ou pronunciar uma palavra em desacordo com a norma culta. 
pesquiza (em vez de pesquisa) 
prototipo (em vez de protótipo) 

b) solecismo: consiste em desviar-se da norma culta na construção sintática. 
Fazem dois meses que ele não aparece. (em vez de faz ; desvio na sintaxe de concordância) 

c) ambiguidade ou anfibologia: trata-se de construir a frase de um modo tal que ela apresente mais de um sentido. 
O guarda deteve o suspeito em sua casa. (na casa de quem: do guarda ou do suspeito?) 

d) cacófato: consiste no mau som produzido pela junção de palavras. 
Paguei cinco mil reais por cada. 

e) pleonasmo vicioso:  consiste na repetição desnecessária de uma ideia. 
O pai ordenou que a menina entrasse para dentro imediatamente. 
Observação: Quando o uso do pleonasmo se dá de modo enfático, este não é considerado vicioso. 

f) eco: trata-se da repetição de palavras terminadas pelo mesmo som. 
O menino repetente mente alegremente.
Por Marina Cabral 
Especialista em Língua Portuguesa e Literatura 
Equipe Brasil Escola
Fonte: http://www.brasilescola.com/portugues/figuras-linguagem.htm


Figuras de Linguagem em Quadrinhos 

As figuras de linguagem servem para dar maior brilho à comunicação.

Exemplos:

Iracema, a virgem dos lábios doces como o mel. (comparação)

Iracema, a virgem dos lábios de mel. (metáfora)


ANTÍTESE: (do grego anti, “contra” + thesis, “afirmação”). Antítese é o uso de contrários não simultâneos; OXÍMORO é o uso de contrários simultâneos, considerados sob aspectos diferentes; PARADOXO é o uso de contrários simultâneos e considerados sob o mesmo aspecto.*


Exemplos:

Ora sofria, ora gozava. (antítese)

Ser mãe é padecer no paraíso. (oxímoro)

Um mudo me contou isso. (paradoxo)



Vamos ver algumas delas nas Histórias em Quadrinhos:

Metáfora- Quando usamos uma palavra fora do seu sentido real, damos a ela um novo sentido:
Quando usamos uma palavra fora do seu sentido real, damos a ela um novo sentido:
 
"árvore de esperança"
"desenho da hora"
"mauricinho, no lugar de obediente ou disciplinado"
Metonímia
É a troca de um nome por outro, havendo entre eles alguma relação ou semelhança:
"tomar gelado, no lugar de sorvete"
"oitocentas cabeças de gado, no lugar de oitocentos gados"
"pé da colina"
Ironia
Dizer o contrário do que se pretende dizer ou questionar certo tipo de pensamento com intenção de ridicularizar:


"Sidney Magal perde"

Onomatopéia
São representadas pela imitação de um som, ruído, grito, elementos da natureza, barulho de máquinas, o timbre da voz humana, etc. 
"Tóim"
"nhac!"
"grrr..."

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