PAISAGEM

ORAÇÃO DO DIVINO ESPÍRITO SANTO

OH! JESUS MEU ETERNO PAI DO CÉU, DOCE CORAÇÃO DE JESUS, SOIS O ME REFÚGIO, MEU GUIA, MINHA LUZ QUE ILUMINA TODO MEU CAMINHO, ME PROTEJA, ME AJUDE, ME DÊ ÂNIMO, CORAGEM E MUITA CONFIANÇA. FIQUE SEMPRE COMIGO. DAI-ME UMA PAZ QUE BROTA DO MEU CORAÇÃO. DAI-ME A GRAÇA DE CONSEGUIR FAZER ALGO PARA VOS AGRADAR. DAI-ME FORÇA, A DECISÃO E CORAGEM. ENVIE TEU ESPÍRITO SANTO E TUDO SERÁ CRIADO. NÃO DEIXE TARDAR EM VOS AGRADECER. ILUMINE MINHA MENTE QUE DEVO FAZER. AJUDE QUE EU NÃO ME ESQUEÇA DE VOS AGRADECER. JESUS FIQUE SEMPRE COMIGO. DOCE CORAÇÃO DE MARIA, RAINHA DO CÉU E DA TERRA. SEJA NOSSA SALVAÇÃO. AMÉM

Observação: Esta oração foi escrita por minha mãe em seus últimos dias de vida /1993. Saudades!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Manchetes - língua inglesa

Manchetes de jornais (1) Um uso muito específico da língua inglesa
Celina Bruniera*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
As manchetes (headlines) de jornais e revistas de língua inglesa são, em geral, muito difíceis de serem compreendidas.

Não só porque às vezes não temos acompanhado o assunto que elas tematizam, mas porque a construção sintática dessas manchetes é muito complexa.

Elas são escritas por meio de uma linguagem particular, quase um código secreto, que esconde mais que revela. Melhor dizendo: instiga o leitor a buscar compreendê-las.

Lembre-se de que jornais e revistas são um produto e, portanto, estão interessados em atrair o interesse do leitor e em atingir um público cada vez maior para seus textos.

Grande atrativo
As manchetes se inserem nesse contexto e atuam como o grande atrativo (ao lado das imagens), sobretudo aquelas publicadas na primeira página. Por isso são escritas por meio de uma gramática e de um vocabulário que buscam instigar, mais que informar.

Jornais e revistas apresentam uma infinidade de textos que, por sua vez, podem ser reunidos em uma série de gêneros diferentes. São notícias, reportagens, editoriais, entrevistas, charges, artigos de opinião, anúncios publicitários, classificados, crônicas literárias e esportivas, cartas do leitor, entre outros.

As manchetes estão voltadas, geralmente, para as grandes reportagens ou para as notícias que o veículo considera mais importantes.

Vocabulário incomum
Nas publicações de língua inglesa, o vocabulário usado para compor as manchetes não é nada comum. As palavras são escolhidas ou porque são curtas, ou porque podem atribuir um caráter dramático ao que é dito.

É o que observamos em "Royal dog ill", para dizer que um dos cachorros da rainha está doente ou em "Press curb probe" para apresentar uma investigação sobre a censura na imprensa. Quanto menos séria é a publicação, mais ela utiliza desses recursos e os explora ao máximo.

A gramática das manchetes é também muito peculiar. Em geral, ela se caracteriza pela omissão de artigos e do verbo to be como em "Dog worse: royal doctor ready to operate"; por um uso particular dos tempos verbais o que ocorre em "World getting colder, say researchers"; e pelo uso freqüente de substantivos como adjetivos como pode ser observado em "space research talks proposal".

Tente reescrever as manchetes abaixo e, depois, cheque as respostas em Manchetes de jornais (2), clicando no link acima.


  • Moon american, says us senator


  • Opposition claim government responsible for crisis


  • Man held by police


  • Queen to visit Baffinland


  • *Celina Bruniera é mestre em Sociologia da Educação pela USP e assessora educacional para a área de linguagem. »Manchetes de jornais (2) 
    Fonte: http://educacao.uol.com.br/ingles/ult1691u45.jhtm  

    Muito provavelmente você já leu alguma manchete em inglês e não entendeu 100% do que estavam falando. Já passei por isso várias vezes, e aqui pretendo reunir algumas dicas que ajudam a compreender melhor as manchetes em jornais e revistas em inglês.
    Espaço vale ouro, seja no mundo de papel ou no mundo virtual. Ele é disputado “a tapa”, porque é através de uma tela de tamanho limitado que você pode ler notícias, conteúdo e se divertir na web. E quando quem manda é a escassez de espaço, quem sofre são os títulos.
    Aí entra em ação uma certa forma de arte: ao mesmo tempo criar títulos que passem um mínimo de informação necessária, e pequenos o suficiente para caber dentro do espaço disponível. Existem várias técnicas para se fazer isso, vamos a elas:
    1. O sumiço dos artigos
    Para encurtar o tamanho das manchetes muitas vezes os artigos somem (a, an, the):
    President Declares Celebration = The president has declared a celebration.
    2. Os verbos vão à loucura
    Algumas regras gramaticais são ligeiramente alteradas:
    -> A forma infinitiva significa futuro:
    Bush to visit Saddam’s cell = Bush is going to visit Saddam’s cell.
    (Note que “to visit” a princípio parece presente, na verdade é futuro)
    -> Os verbos auxiliares somem na forma passiva:
    Man Killed in Accident = A Man has been killed in an accident.
    -> O simple tense é usado ao invés das continuous ou perfect forms:
    Forgotten Brother Appears = A forgotten brother has appeared. (Note que o presente appears aqui significa passado)
    Professors Protest Pay Cuts = Professors are protesting pay cuts. (Neste exemplo o presente protest significa o gerúndio)
    3. Verbos pra quê?
    Frases com vários substantivos sem um verbo pode parecer estranho, mas estimula a curiosidade sobre a notícia:
    Unexpected Visit
    (Você se pergunta: visita de quem? Quem foi visitado? Isso tudo estimula o pensamento sobre a notícia que se segue)
    4. Uma gangue de substantivos
    Algumas vezes vários substantivos se juntam:
    Mustang Referral Customer Complaint
    Complicou, né? Lendo de trás para frente, vemos que: houve uma complaint (reclamamação) feita por um customer (cliente) sobre umreferral program (programa de recomendação) para carros Mustang. Nestes casos, você precisa usar sua imaginação! :)
    5. Você tem certeza disto?
    Algumas formas de separar o fato comprovado, das teorias:
    It’s known to…
    (quando se sabe que algo realmente aconteceu, que é um fato)
    It’s thought to…
    It’s believed to…

    (quando é algo que as pessoas pensam, ou quando não se comprovou a veracidade dos fatos)
    6. A queima de substantivos
    Alguns substantivos não são necessários:
    -> A palavra people muitas vezes é subentendida:
    Forty die in tsunami = Forty people die in tsunami.
    7. A idade conta
    -> A fórmula “xx-year-old somebody” (por exemplo), não é usada por completo:
    12-year-old climbs Everest = 12-year-old boy climbs Everest.

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